Tabela Dinâmica, ou Pivot Table, é uma poderosa ferramenta utilizada em análises, relatórios e em diversos ERP’s. Ela possibilita a visualização dinâmica da sua fonte de dados, além de permitir: criar categorias, agrupar, organizar, girar, calcular de forma automática e filtrar de diferentes formas o mesmo volume de dados, sem que seja feita qualquer alteração na fonte original.
Sobre as tabelas dinâmicas (um pouco de história)
Pito Salas, na época desenvolvedor da Lotus Development Corporation, é o pai e idealizador do conceito que hoje conhecemos por tabelas dinâmicas. Em 1986 ele percebeu que os dados nos spreadsheets possuíam padrões e poderiam ser agrupados e exibidos de maneiras diferentes, caso houvesse uma ferramenta com capacidade para identificar tais padrões.
Em 1991 foi lançado o primeiro software da categoria, sob o nome de Lotus IMPROV. Oficialmente para o neXT, do reconhecido Steve Jobs, o IMPROV permitia que usuários criassem categorias que poderiam ser arrastadas à tabela com o mouse. Logo após, no ano de 1993, a Microsoft lançou o mesmo conceito de Pivot Table com algumas melhorias no seu produto, o Excel 5.
Para que servem as tabelas dinâmicas?
Com o uso das tabelas dinâmicas é possível verificar detalhes que podem não estar tão explícitos em outras visualizações. Além disso, elas entregam melhor desempenho em tarefas de report, automatizando atividades, reduzindo a quantidade de erro humano na realização da tarefa e, consequentemente, diminuindo o tempo necessário para gerar análises complexas, sendo referência em Data Analysing.
Toda essa facilidade é entregue graças à possibilidade de apenas arrastar e soltar agrupamentos de informações às áreas da tabela para que, assim, em poucos instantes, sejam geradas análises.
Estrutura das tabelas dinâmicas
Basicamente, a estrutura das tabelas dinâmicas se divide nas seguintes áreas: linhas, colunas, valores e filtros. Cada área possui um papel importante no comportamento que a renderização da análise toma.
Em linhas, por exemplo, a informação (nível) arrastada servirá como categoria ou agrupamento dos dados. Já em colunas formam-se cabeçalhos vindos do topo da tabela, o que é ideal para deixar claro as tendências ao longo do tempo. Em valores, arrasta-se o que se quer mensurar. Finalmente, mas não menos importante, temos os filtros, onde se especifica em detalhes o que deve ser destacado na tabela, afetando todos os campos.
Tabelas Dinâmicas no Fusion Platform
Se existe a necessidade de evidenciar agrupamentos, tendências com uma grande quantidade de informações e pertencentes a períodos extensos e variados e/ou moldar essas informações de grande complexidade, a Neomind possui recursos para supri-la.
Com o Analytics é possível modelar e manter de forma rápida e intuitiva análises que usufruem da força e praticidade das Tabelas Dinâmicas. A tabela dinâmica já pode ser considerada uma nova feature para nosso produto, assim como a visualização clara e objetiva com gráficos de diversos tipos. É uma grande oportunidade para você permitir o Analytics facilitar o seu trabalho e potencializar os seus resultados.
Se você é leitor do nosso blog, muito provavelmente vai lembrar de uma pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) realizada em parceria com a consultoria IDC, que citamos em outra oportunidade. Conforme mostrou o estudo, o Brasil investiu US$ 38 bilhões nas áreas de Tecnologia da Informação em 2017.
Um parte desses resultados acreditamos ser devido às iniciativas de transformação digital, que têm, como um de seus pilares, a mudança dos processos organizacionais. Aí é que entramos em um ponto importante: a utilização de ERPs tradicionais não atende às necessidades de produtividade, colaboração, transparência e agilidade das empresas, especialmente no que tange aos seus processos.
As organizações que perceberam isso (como acreditamos que seja o seu caso), passaram a conhecer as soluções de Gestão de Informação.
Uma rápida pincelada sobre Gestão da Informação
Quando falamos em informação tratamos de informação no formato físico e digital. Portanto, é de responsabilidade da estrutura organizacional gerenciar essas informações durante todo o ciclo de vida, não importando o formato: documento em papel, áudio, documento eletrônico, vídeo, e-mail etc.
De acordo com a AIIM, os ambientes de Gestão da Informação incluem a Gestão de Conteúdo Corporativo (ECM), o Gerenciamento Eletrônico de Registros (ERM), a Gestão de Processos de Negócios (BPM), Gestão do Conhecimento, o Gerenciamento de Conteúdo da Web e soluções de tecnologia de Governança de Mídias Sociais e melhores práticas.
O que isso significa? De uma maneira bem resumida, a AIIM deixa, ainda mais claro, que um sistema inteligente de Gestão da Informação precisa integrar com facilidade Gestão de Processos (BPM), Gestão de Documentos (ECM), Portais & Social, entre outros.
Como escolher um sistema de Gestão da Informação ideal?
O que falamos até aqui faz muito sentido para nós, que nos propomos a tornar a gestão de nossos clientes muito mais ágil e precisa. Mas, para você que está do outro lado, como saber se investir em uma plataforma de Gestão da Informação vai mesmo resolver suas dores?
Cada caso é um caso e cada empresa procura por uma plataforma de Gestão da Informação com o objetivo de sanar diferentes dores. Todavia, existem algumas características que você deve se atentar, e que pouparão muitos problemas no futuro. Então, para acabar de vez com suas dúvidas, anote nossas dicas:
Fuja das soluções “caixinha”
Chamamos de “caixinha” aquele tipo de software que é pronto para usar, mas que não atende à empresa em suas particularidades. Em um primeiro momento essas soluções são atrativas, afinal, é só “instalar e usar”. O problema é que plataformas de Gestão da Informação que vêm prontas não dão ao cliente a flexibilidade para personalizar o produto de acordo com as necessidades da empresa.
Só parar um minuto e pensar na sua empresa e na de seu concorrente. Ambas estão no mesmo setor e têm o mesmo público. No entanto, com toda certeza seus processos internos são diferentes, afinal, existem diferenciais competitivos. E são exatamente esses diferenciais que uma solução de Gestão da Informação deve atender. Para isso, ela não deve vir pronta para uso, mas sim ser desenhada de acordo com as particularidades do seu negócio.
Usabilidade
Usabilidade tem a ver com a facilidade de uso da solução. Sabe quando você entra em um site e consegue navegar facilmente por ele, encontrando rapidamente o que procura sem ter que ficar decifrando menus? É exatamente isso que trata a usabilidade. Pode parecer óbvio aqui, mas uma interface intuitiva e amigável é que garantirá que processos, por exemplo, sejam executados com mais agilidade.
Mobilidade
Hoje em dia utilizamos tablet e celular para resolver desde questões particulares até problemas profissionais, não é mesmo? Um bom exemplo de mobilidade corporativa é quando um colaborador cria uma apresentação no seu desktop, salva na nuvem e pode acessá-la em qualquer lugar, podendo apresentar a um cliente ou compartilhar com outras pessoas (falamos sobre isso neste artigo).
Ao escolher por uma solução de Gestão da Informação, não esqueça de ter certeza que ela permitirá que os processos de sua empresa sejam realizados em qualquer hora e de qualquer lugar. Isso, sem dúvidas, aumentará a agilidade na tomada de decisão.
Para entender na prática o que a mobilidade significa para o controle dos seus processos, assista ao vídeo abaixo.
Colaboração
Uma solução de Gestão da Informação deve permitir que os colaboradores tenham acesso a um dashboard onde possam acompanhar as informações sobre processos, documentos e indicadores.
O cenário ideal é aquele em que o software possibilita a criação de áreas de interação, bem como portais corporativos que garantem um nível de colaboração entre os colaboradores, além de oferecer facilidades para desenvolvimento de intranets e extranet com muito mais produtividade. Isso permite a troca de ideias entre os funcionários, fazendo com que os processos da sua empresa sejam cada vez melhores e mais eficazes.
Facilidade de criação de processos e projetos
Um software de Gestão da Informação deve permitir que sua empresa crie processos de forma simples. Isso significa que qualquer pessoa com uma noção de como modelar um fluxo deve conseguir automatizar processos. Muitas soluções no mercado necessitam de programação para a criação de processos e, consequentemente, de apoio do fornecedor, o que faz com que o cliente acabe virando “refém”. O ideal é que com apenas alguns cliques o colaborador consiga configurar formulários, prazos e responsabilidades.
Acompanhamento de metas em tempo real
Transparência é essencial nessa era de Transformação Digital, assim como definir metas e estratégia é crucial para o sucesso de qualquer empresa. A solução de Gestão da Informação deve unir os dois mundos: transparência nas metas.
Procure por uma solução que permita a implantação de metodologias de gestão como OKR, BSC, entre outras. Elas trarão maior colaboração, transparência e potencializarão a gestão através da agilidade na troca de informação.
Por fim: Gestão da Informação e AIIM
No início deste artigo falamos que, segundo a AIIM, a Gestão da Informação precisa integrar com facilidade Gestão de Processos (BPM), Documentos (ECM), Portais & Social, entre outros. Além das características acima, uma solução de Gestão da Informação deve também:
Padronizar processos, eliminando os fluxos manuais e facilitando os controles e aprovações;
Facilitar o controle dos documentos físicos e digitais, além de proporcionar uma gestão completa do ciclo de vida de cada documento;
Fornecer indicadores em tempo real;
Melhorar a comunicação entre os colaboradores, garantindo mais colaboração entre as equipes;
Integrar CRMs e ERPs;
Ser flexível para atender às individualidades do seu negócio e
Permitir que qualquer pessoa com uma noção de como modelar um fluxo consiga automatizar processos.
Juntando tudo o que foi dito até aqui você já tem o conhecimento necessário para a escolha de uma solução de Gestão da Informação. Uma outra dica é conversar com o fornecedor e fazer uma experiência por alguns dias, sem compromisso. Assim você conseguirá ter uma noção se o software em questão atende ou não às necessidades do seu negócio.
Pensando nisso, sugerimos que você faça um teste gratuito com o Fusion Platform. Sinta na prática o que é contar com uma plataforma completa de Gestão da Informação!
Temos percebido que empresas passaram a pensar na chamada Digital Transformation em uma esfera voltada às novas tecnologias. A questão toda é que sua adoção vai muito além de “apenas” começar a adotar conceitos de Big Data e Inteligência Artificial, por exemplo. Em outras palavras: a Transformação Digital não se trata somente de novas tecnologias. Se assim fosse, veríamos muitas empresas atuando nessa nova era. Todavia, não é isso o que vislumbramos hoje em dia.
Quando falamos em problemas da Transformação Digital não estamos nos referindo aos seus pontos negativos, mas sim trabalhando com a questão: “Por que empresas ainda não conseguem entrar na Transformação Digital, mesmo entendendo sua importância?”. Este paradoxo é citado pela pesquisa do Digital Transformation Institute, que estima que o total gasto em tecnologias para esse fim – e aí entram itens como hardware, software e serviços – alcançará a marca dos $ 2 trilhões em 2021.
A questão, levantada pela pesquisa, é: todo esse investimento será transformado em resultados? Vários pontos são abordados, mas aqui nos focaremos em dois: nas capacidades digitais e na liderança.
Capacidades Digitais: diz respeito ao uso da tecnologia para mudar a forma como a empresa interage com os clientes, opera seus processos internos ou define seus modelos de negócio.
Capacidades de Liderança: ter líderes capazes de criar as condições necessárias para conduzir a transformação.
Ao falarmos que os problemas da Transformação Digital têm a ver com as capacidades digitais é porque, conforme aponta a pesquisa, dos 1.300 executivos entrevistados (em mais de 750 organizações), apenas 39% falaram que suas empresas utilizam tecnologia para mudar a forma de interação com os clientes, melhorar a operação dos processos internos e redefinir modelos de negócios.
Já sobre as capacidades de liderança, uma pesquisa conduzida em 2012 pelo mesmo Digital Transformation Institute concluiu que 45% das empresas as possuíam. Em 2018 esse número caiu para 35%. Outros pontos apontados pelo estudo:
35% das organizações em 2018 monitoram suas operações em tempo real (contra 48% em 2012);
29% das organizações estão modificando processos operacionais para se adaptar rapidamente a mudanças externas (contra 34% em 2012);
38% das organizações fornecem ferramentas e recursos para que seus funcionários possam colaborar digitalmente entre si (contra 70% em 2012).
A pergunta que não quer calar é:
Qual é o motivo para quedas nos números (e como resolver)?
Poderíamos ter várias respostas para essa questão, e a pesquisa aponta algumas teorias. No entanto, para este artigo centraremos em duas:
Falta de engajamento e
Falta de visão
Como resolver a falta de engajamento?
Muitos associam a falta de engajamento com uma liderança pouco motivadora, o que pode fazer todo o sentido dependendo do caso. No entanto, os problemas da Transformação Digital podem estar centrados no fato de empresas não fornecerem aos seus colaboradores as ferramentas necessárias para que eles possam adotar iniciativas digitais.
Por exemplo: quem sabe não esteja na hora de colocar em prática o Social Business? Isso significa possibilitar um ambiente em que haja colaboração entre colaboradores, clientes e parceiros, isto é, colocando pessoas em primeiro plano. (explicamos mais neste artigo).
Citamos que apenas 38% das organizações monitoram suas operações em tempo real, certo? Pois bem, com a implantação de metodologias de gestão focadas em planejamento e acompanhamento de metas com colaboração, transparência e agilidade na troca de informação esse número com certeza seria muito maior.
Ainda seguindo a linha da falta de engajamento como um dos problemas da Transformação Digital, e partindo do raciocínio que empresas precisam fornecer aos seus funcionários ferramentas para que eles adotem iniciativas digitais, temos que falar da automação de processos.
Como comentamos em outra oportunidade, a mudança dos processos operacionais é um dos pilares da transformação digital, pois possibilitará a rápida entrega de produtos e serviços, o aumento da transparência e segurança dos processos e diversas outras vantagens. Ao falar de automação de processos, o BPM (Business Process Management) é um recurso chave.
A falta de engajamento pode acontecer também pela não adoção de indicadores. Para entender, indicadores funcionam como um indicativo do desempenho tanto da empresa como um todo quanto de cada um de seus colaboradores.
Todos nós trabalhamos melhor quando temos uma meta a atingir. São justamente os indicadores que nos mostram como estamos caminhando rumo aos objetivos que devem ser alcançados. Caso você precise de um auxílio na definição e acompanhamento de metas e objetivos a serem atingidos para a Transformação Digital, a
Ainda sobre metas, o Fusion Platform, software desenvolvido pela Neomind, tem um módulo exclusivo para lidar com Gestão de Metas e Estratégias. Ao utilizar o sistema sua empresa trabalhará com metodologias de gestão como OKR, BSC, entre outras, e terá maior colaboração e transparência, além de ter agilidade na troca de informação.
Falta de visão
Agora entramos em um terreno menos tecnológico, mas igualmente essencial. Não tem como tratarmos dos problemas da Transformação Digital sem que empresas percebam da importância de alinharem toda a organização em torno de uma visão comum.
Aqui entra a importância da liderança, que tem um papel fundamental para disseminação dessa visão. Lembre-se: são os líderes que atuam como os incentivadores da Transformação Digital.
Como dissemos, percebemos o quanto falta para que ela ainda seja uma realidade e buscamos aqui abordar dois pontos principais. Também elencamos algumas soluções, entendendo duas palavras-chave como essenciais nesse processo: colaboração e transparência. Aliás, estes são dois itens que prezamos aqui na Neomind, por isso o Fusion Platform oferece ambos os conceitos, os quais podem ser testados por 15 dias gratuitamente. Tem interesse em conhecer mais? e comece seu teste mesmo.
Caso você queira saber mais, ou queira entrar na discussão dos problemas da Transformação Digital, deixe um comentário. Aproveite que está aqui e fique por dentro de outros artigos do nosso blog.
Nos dias atuais vemos comumente notícias e matérias sobre estas duas tecnologias, geralmente associadas a itens de entretenimento (jogos, filmes, etc.). No entanto, as aplicações para Realidade Virtual e Realidade Aumentada vão muito além.
Para conhecermos as possibilidades de aplicação de cada uma delas é importante nos aprofundarmos um pouco sobre os conceitos e, principalmente, analisarmos os pontos em que convergem e aqueles em que se diferem.
O que é Realidade Virtual?
A Realidade Virtual (RV) é uma tecnologia de interface entre homem e máquina com o objetivo de recriar a sensação de realidade para um indivíduo dentro de um ambiente fictício gerado por computador. Esta imersão acontece em tempo real com uso de equipamentos computacionais (computadores, óculos de realidade virtual, headsets completos, entre outros).
A tecnologia de realidade virtual vem sendo discutida e aplicada há muito tempo. Na década de 50 a força aérea americana já construía simuladores para testes. Em 1962, Morton Heilig (cineasta e especialista em Realidade Virtual) inventou o Sensorama, cabine que combinava filmes 3D, sons, vibrações mecânicas, aromas e ar movimentado por ventiladores, causando uma imersão bastante convincente de um passeio de motocicleta no Brooklyn.
Como basicamente tudo que é inventado, a Realidade Virtual começou com aplicações militares (veja os simuladores da década de 50) e vem ganhando mais destaque nos dias de hoje, pois está se tornando acessível ao grande público devido à diminuição de custo dos equipamentos (como óculos de Realidade Virtual) e aumento do poder computacional para gerar a imersão necessária.
Falando sobre custos, encaramos como componente principal os óculos de Realidade Virtual, os quais são encontrados no exterior a preços de U$ 200 (Oculus GO), U$ 400 (Oculus RIFT) e U$ 500 (HTC Vive), sendo que estes últimos estão na faixa de R$ 5.000,00 no Brasil. Importante citar o Playstation VR, o qual desempenha papel importante na indústria do entretenimento por ter popularizado (relativamente, é claro, pois custa U$ 359) a tecnologia neste meio.
Deve-se levar em consideração também que a maioria dos óculos de Realidade Virtual exige a presença de um computador para gerar as imagens necessárias para renderizar o ambiente virtual, ou seja, um bom computador associado a uma boa GPU (Graphic Processing Unit) faz-se necessário para uma experiência convincente.
Aplicações da Realidade Virtual em empresas
Uma vez elucidados os conceitos e equipamentos envolvidos, vamos exemplificar algumas aplicações no mercado corporativo.
Treinamentos: treinamentos de segurança, por exemplo, nos quais o aluno aprende primeiro em um ambiente virtual e controlado para depois interagir com uma fábrica real.
Provas de conceito: simulação da ergonomia de um novo carro através da simulação do cockpit do mesmo, ou então de um novo produto interagindo com ele virtualmente.
Educação: faculdades utilizam a Realidade Virtual para aprofundar ensinamentos sobre medicina, engenharia e outras áreas, tornando a teoria mais real e ajudando a absorção do conteúdo pelos alunos.
Manutenção remota: indústrias utilizam esta tecnologia para que um técnico possa consertar remotamente um equipamento usando um operador real como “interface”.
Tratamento de dor: em parcerias com universidades empresas já conseguem aliviar a dor de pacientes tirando o foco deles na realidade (através de jogos de Realidade Virtual, por exemplo) enquanto um procedimento médico é realizado.
O que é Realidade Aumentada?
A Realidade Aumentada (RA), como o próprio nome sugere, busca a integração de informações virtuais com a realidade “real”, ou seja, aquela que nossos olhos veem. Um pouco diferente da Realidade Virtual, o mundo da RA não é criado totalmente, mas sim adicionado ao nosso mundo.
A história da Realidade Aumentada é um pouco mais recente. As primeiras aplicações militares datam de 1992, com o sistema Virtual Fixtures, no laboratório Armstrong da força aérea americana. Este sistema utilizava lentes e braços robóticos que davam a impressão que os braços do robô eram os braços do humano usuário.
Nos últimos anos temos visto a popularização desta tecnologia através de Gadgets, como o portátil Nintendo 3DS que conta com jogos e cartões de Realidade Aumentada, celulares e tablets. Um exemplo bem conhecido desta tecnologia foi a febre Pokémon GO.
Atualmente a Realidade Aumentada trabalha com reconhecimento de superfícies como um QR Code, por exemplo, e permite as câmeras captarem altura, profundidade, inclinação e diversos fatores do ambiente real para que a imagem possa ser processada e os itens virtuais sejam inseridos na tela de maneira convincente. Tecnologias mais avançadas não precisam deste tipo de artifício, reconhecendo coisas reais como paredes, cantos, objetos e pessoas, e realizando o aumento da realidade com objetos gerados em tempo real na tela (ou lente, no caso dos óculos de Realidade Aumentada).
Do ponto de vista de dispositivos, temos vários que permitem experimentar a Realidade Aumentada, alguns exemplos:
Celulares e tablets: como estes têm câmeras para filmar o mundo real, tela para visualização da Realidade Aumentada e processadores para gerá-la, hoje são os meios mais populares de interagir com esta tecnologia.
Óculos e lentes: como principal exemplo temos o Google Glass, óculos aparentemente comuns, mas que projetam informações de Realidade Aumentada. Uma aplicação simples para isso seria o Google Maps, onde é possível mesclar o mapa com as ruas de verdade, nas lentes dos óculos.
HUD: heads-up display. Tecnologia utilizada em caças para projetar informações relevantes no vidro da aeronave. Hoje em dia é usada em diversos modelos de automóvel para indicar informações como velocidade, autonomia, navegação por GPS, entre outras.
Em termos de custos, a Realidade Aumentada também é mais flexível do que a Realidade Virtual, pois qualquer celular já permite a aplicação da RA. Dispositivos como óculos de RA são encontrados por cerca de U$ 300 a U$ 400 (linha Mirage da Lenovo, por exemplo).
Aplicações da Realidade Aumentada em empresas
Além do entretenimento, a Realidade Aumentada vem mostrando seu espaço também no ambiente corporativo, como por exemplo:
Videoconferências: além de transmitir a imagem dos envolvidos, é possível renderizar gráficos e plantas em 3D, enriquecendo o conteúdo.
Catálogos interativos: produtos e peças saltam aos olhos do consumidor. O simples catálogo de papel vira um catálogo interativo quando o cliente tem um dispositivo/aplicativo capaz de interagir com Realidade Aumentada.
Protótipos: permite a visualização de protótipos em um ambiente real. Por exemplo, projetar um móvel 3D em um espaço ou uma peça virtual no cofre de um veículo.
Para fechar: Realidade Virtual x Realidade Aumentada
Em termos de disponibilidade e custo a Realidade Aumentada é mais simples, pois já é utilizada na grande maioria de celulares e tablets do mercado, enquanto que a Realidade Virtual necessita de óculos específicos e de poder computacional significativo.
Na imersão elas têm propostas um pouco diferentes. A RV busca o resultado através da imersão mais profunda, já a RA aproveita o mundo real e insere novos elementos e informações.
Apesar das diferenças entre elas vemos que ambas se complementam, pois buscam criar uma realidade enriquecida (parcial ou totalmente) e são tecnologias bastante atuais que devem ser escolhidas de acordo com o cenário de negócio a ser resolvido, levando em consideração os aspectos de cada uma.
Ainda se tratando do cenário corporativo, tanto Realidade Virtual quanto Realidade Aumentada são pontos importantes da chamada Indústria 4.0, a qual podemos conhecer um pouco mais nos artigos:
O mundo está conectado. O que antes era apenas previsões, já se tornou uma nova realidade. Popular no ramo dos negócios desde 2015, a Transformação Digital tem se consolidado como ponto marcante na mudança de modelos de negócios, trazendo benefícios e novas estruturas organizacionais.
Assista ao conteúdo deste artigo em formato de vídeo em nosso canal do Youtube gratuitamente!
Nos dias atuais, o uso de tecnologia pelas empresas para atingirem melhores resultados, otimizar seu alcance e aprimorar a experiência do consumidor já não é mais uma novidade. Então, qual é o patamar de integração entre o físico e o digital?
Em números recentes, encontramos um panorama de como a Transformação Digital nas empresas tem acontecido.
Para exemplificar o que seria essa transformação, o escritor e analista digital Brian Solis define a Transformação Digital como:
The realignment of, or new investment in, technology and business models to more effectively engage digital customers at every touchpoint in the customer experience lifecycle.
Ou, em português:
“O realinhamento ou o novo investimento em tecnologia, modelos de negócios e processos para gerar novo valor para clientes e funcionários, e competir de forma mais efetiva em uma economia digital sempre em mudança”.
E para entender o que acontece hoje, é possível observar o caminho que a inserção e disseminação da tecnologia fez até chegarmos aqui. A seguir, você confere os principais marcos das últimas décadas que influenciam o nosso cotidiano tecnológico até hoje.
O que integra a Transformação Digital nas empresas atualmente?
Após todos estes anos de inovações, a experiência com a tecnologia fez com que termos, hoje já conhecidos, surgissem. Confira os principais deles, que, inclusive, já mencionamos em outros artigos publicados aqui em nosso blog.
Leia outros conteúdos relacionados no título de cada tópico.
Big Data
Se trata do gerenciamento de grande quantidade de informações para coleta, curadoria e análise de dados.
O termo é utilizado para retratar a capacidade de interpretar grandes quantidades de dados de uma só vez, a análise de dados não estruturados e a previsão de tendências e eventos. Atualmente o termo tem sido utilizado em diversos setores, com a presença digital dos negócios.
Cloud Computing
É a tecnologia em que ocorre o acesso sob demanda via rede de recursos computacionais configuráveis (como rede, servidores, equipamentos de armazenamento), geralmente feito rapidamente e com pouco esforço ou interação com o provedor do serviço. Isso faz com que o uso tenha mais transparência no controle de arquivos, dados e informações disponibilizadas.
Em nosso site, você tem acesso ao Fusion Platform na nuvem. Basta preencher um simples formulário e, em menos de 10 minutos, uma versão completa da solução está disponível para ser utilizada por 15 dias grátis. Experimente!
Indústria 4.0
Relacionado a uma rede inteligente que integra horizontal e verticalmente pessoas, objetos e sistemas, a Indústria 4.0 potencializa a geração de valor na cadeia produtiva e engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação aplicadas aos processos de manufatura.
Entre os principais impactos estão a redução de custos de manutenção de equipamentos, redução do consumo de energia e aumento da eficiência de trabalho. Isso ocorre por meio de tecnologias como a Manufatura aditiva, Simulação, Integração vertical e horizontal de sistemas, Cloud, Big Data, Segurança Cibernética, e Internet das Coisas.
Projeto “Sem Papel”, desenvolvido sob a solução Fusion Platform, é exemplo da Transformação Digital na Indústria 4.0
Inteligência Artificial
Dos carros autônomos aos chatbots, a Inteligência Artificial é uma tecnologia que deve continuar em alta por meio da TD.
Se há alguns anos ela era considerada o futuro, já podemos visualizar alguns exemplos reais do que deve ser o trabalho, ferramentas e serviços por meio da automação.
Para auxiliar nessas análises de dados, em breve teremos no Fusion Platform a nova interface do Analytics, que permitirá de forma intuitiva e simplificada o controle e mensuração de indicadores.
Social Business
Na relação com o cliente e o público geral, os Negócios Sociais, ou Social Business, são aqueles que reconhecem e alavancam o valor das mídias sociais para agilizar processos e valor para os negócios.
No caso do Fusion Platform, nossa solução, usuários podem interagir dentro da plataforma, curtindo e comentando processos e documentos, além de fazer a visualização de documentos internos em uma empresa.
Fusion Platform permite interação entre usuários na plataforma através de comentários, curtidas e visualizações em processos e documentos.
Realidade Virtual x Realidade Aumentada
Por fim, as últimas tecnologias que podemos incluir neste contexto são a Realidade Virtual e Aumentada.
A primeira permite a imersão em um ambiente 3D, geralmente com o auxílio de um óculos especial, como quando um usuário deseja visitar um ambiente antes de estar no local. Um exemplo que tem sido comum é o uso durante treinamentos para visita a uma fábrica.
Já a Realidade Aumentada, traz elementos do mundo digital para o real por meio do uso de dispositivos e gadgets, como o QR Code em produtos, e anúncios publicitários e o Google Glass, que traz funcionalidades do buscador ao cotidiano do usuário.
O contexto e o futuro
Em um cenário em que novidades surgem a todo momento, pessoas, ferramentas e negócios passam por essas alterações. O ingresso de profissionais que nasceram em um ambiente em que sempre houve tecnologia é um dos exemplos.
Uma estimativa do consultor de liderança Bruce Tulgan é que até 2020 20% do mercado do trabalho seja formado pela Geração Z (nascidos entre 1995 a 2010).
Além disso, no Brasil, a inclusão digital também está caminhando. Iniciativas que digitalizam diversos setores e serviços do Governo, como a digitalização da Carteira de Motorista (CNH), Carteira de Trabalho e integração da carteira de identidade, mostra a força que a presença digital passa a ter.
Em dados, podemos enxergar o futuro de forma mais concreta por meio dos números divulgados recentemente pelo estudo IDC FutureScape.
Para 2019:
O investimento será de U$ 1,7 tri em maturidade digital, considerado o próximo passo da Transformação Digital;
Organizações digitalmente transformadas vão gerar pelo menos 45% da receita em modelos de negócio baseados em “Futuro do Comércio”;
40% das iniciativas de transformação digital serão suportadas por recursos cognitivos e de Inteligência Artificial;
Para 2020:
85% das novas contratações de posições técnicas baseadas na operação serão projetadas para habilidades analíticas e de Inteligência Artificial (IA);
25% das empresas do ranking Global 2000, classificação anual das 2 mil empresas públicas pela Forbes, terão desenvolvido programas de treinamento digital e cooperativas digitais para competir mais efetivamente na guerra por talentos;
60% das empresas terão articulado completamente sua estratégia de plataforma digital para toda a organização ou estarão em processo de implementar tal estratégia;
Portanto, falar de Transformação Digital é analisar a transformação dos negócios. Como podemos ver, a revolução digital em serviços e produtos não é futura, mas acontece agora!
E a pergunta que não quer calar é: no contexto atual, sua empresa está preparada para essas transformações?
Estamos cada vez mais buscando otimizar nossos conteúdos e a interação com você, leitor do blog da Neomind. Caso você tenha alguma sugestão, entre em contato com a gente e deixe seu feedback!
Viver sem smartphones, tablets e outros dispositivos é algo inimaginável atualmente, pois eles se tornaram algo essencial na vida de qualquer pessoa. Isso acabou fazendo com que empresas se vissem obrigadas a se adaptarem: hoje, ler um e-mail, participar de uma conferência, acessar arquivos e realizar tarefas fora do local trabalho é uma necessidade. Foi daí que surgiu a Mobilidade Empresarial.
O que é Mobilidade Empresarial?
Se trata de uma abordagem de trabalho onde os colaboradores podem realizar suas tarefas de qualquer lugar utilizando aparelhos móveis e aplicações. Essa abordagem necessita que a empresa desenvolva e disponibilize seus recursos e aplicações em nuvem para que eles sejam “móveis”, ou seja, sejam acessíveis de qualquer lugar onde exista uma conexão com a internet e um aparelho para acessá-los.
Um bom exemplo de mobilidade corporativa é quando um colaborador cria uma apresentação no seu desktop, salva na nuvem e pode acessá-la em qualquer lugar, podendo apresentar a um cliente ou compartilhar com outras pessoas.
Benefícios da Mobilidade Empresarial
Ter os sistemas e recursos na nuvem, acessíveis em qualquer lugar, traz alguns benefícios como:
Redução de custos
Aparelhos como celulares, tablets e notebooks são algo que praticamente todos possuímos. Isso cria a facilidade para as empresas implementarem o Bring Your Own Device (traga o seu próprio aparelho, em português) ou BYOD, que é um conceito onde os colaboradores usam seus próprios aparelhos no dia a dia. Um exemplo é na realização de apresentações, em que colaboradores utilizam seus próprios aparelhos para envio de arquivos do dispositivo pessoal para um equipamento da organização.
Melhoria na produtividade
Com os serviços da empresa na nuvem, eles estão acessíveis em qualquer lugar, a qualquer hora, e as atualizações e correções de sistema chegam quase que instantaneamente aos usuários. Com o avanço das tecnologias atuais é possível até lidar com informações de forma offline e sincronizá-las quando houver conexão. Tudo isso facilita a realização de tarefas do dia a dia, economizando tempo que pode ser gasto outras atividades mais estratégicas.
Benefícios ao cliente
Além dos colaboradores, os clientes também se beneficiam com a mobilidade. Um exemplo disso são os bancos. Alguns anos atrás era necessário ir até a agência para fazer tudo: pagar contas, checar o saldo e realizar transferências. No entanto, com a chegada da mobilidade corporativa, os sistemas bancários precisaram ficar mais acessíveis e práticos. Isso se tornou um must have para qualquer banco, e melhorou a experiência que os clientes tinham ao usar os serviços. Isso pode ser aplicado a praticamente qualquer empresa, e pode ser um diferencial para o cliente na hora da escolha.
Controle melhor dos dados
Com a mobilidade empresarial é possível prover aplicativos que registram as atividades realizadas pelos clientes e colaboradores, mantendo a empresa atualizada sobre um processo ou comportamento, e possivelmente provendo uma análise que ajuda a organização a tomar decisões melhores.
Além disso, em um aplicativo controlado os dados ficam seguros na nuvem, onde podem ser sincronizados entre múltiplos dispositivos e visualizados por quem estiver autorizado, poupando tempo e diminuindo a necessidade de carregar o arquivo consigo em todo o lugar.
E como fica a segurança?
Se por um lado a Mobilidade Empresarial possibilita o acesso a dados em qualquer lugar, por outro cria um risco maior de vazamento dos mesmos. Por isso, você vai concordar que a segurança se faz extremamente necessária.
No início da mobilidade empresarial, softwares de gerência de dispositivos móveis eram a primeira medida de segurança tomada. Isso permitia que as empresas tivessem um alto controle sobre o aparelho, podendo impedir a instalação de aplicativos, deletar remotamente dados, obrigar o uso de senhas e controlar o que os usuários podiam ou não fazer nos aparelhos.
Isso não deu muito certo, pois os colaboradores relutaram em dar todo esse controle para a empresa sobre os seus aparelhos pessoais. Por causa disso, as organizações começaram a adotar medidas menos agressivas de segurança. Isso inclui o uso de ferramentas que gerenciam aplicações, contas e acessos.
Essa nova abordagem permitiu que as empresas tivessem controle e provessem uma maior segurança sobre aplicativos específicos sem ter que gerenciar todo o aparelho. Algumas destas tecnologias usam o encapsulamento de aplicativos, que se conecta diretamente ao código de um aplicativo para fornecer recursos de gerenciamento. Outras criam um container seguro para um grupo de aplicativos, mantendo os dados isolados do “resto” do aparelho. Existem também soluções nativas, que já estão presentes nos aparelhos Android e IOS.
Veja na prática como a mobilidade pode facilitar o controle dos processos:
A mobilidade empresarial é algo essencial, porém é necessário entender como encaixá-la no contexto da empresa, pois se para algumas organizações a mobilidade já é uma realidade, para outras ela é algo difícil de implementar e pode ser um desafio. No entanto, encarar esse desafio pode trazer grandes benefícios ao negócio, além de ser um diferencial na hora da escolha do cliente.
Se tem um assunto que ouvimos falar cada vez mais a respeito, este assunto é Inteligência Artificial (ou simplesmente IA). E o motivo é nobre, já que muitos especialistas enxergam a IA como uma oportunidade de introduzir novas fontes de crescimento às empresas e aumentar a produtividade. De acordo com o relatório How AI Boosts Industry Profits and Innovations (como a AI aumenta os lucros e inovações da indústria), até 2035 a produtividade no trabalho pode aumentar em 40% graças à IA, ampliando, desse modo, o crescimento econômico em 12 países desenvolvidos. Por essas e outras, hoje nosso convite é para você entrar no universo de Inteligência Artificial e entender melhor o que esta tecnologia pode fazer pelo seu negócio.
A partir do início do século XXI, com a alta demanda e o grande anseio por tecnologia, a quantidade de dados e informações geradas se tornou volumosa. Para você ter uma ideia, estudos apontam que o conteúdo gerado no mundo digital está dobrando a cada dois anos.
Dizer que os smartphones são hoje objetos primordiais na rotina da sociedade seria cair na obviedade. Carregamos o dispositivo para todos os lugares e em todos os momentos (muitos, aliás, dão uma checada no celular antes mesmo de abrirem os olhos completamente). Algumas pessoas chegam a dizer que os celulares são como um prolongamento do próprio corpo, ou como parte da própria roupa que estão vestindo.
Tudo o que acontece hoje é hiperconectado. O avanço da tecnologia revolucionou o modo como nos comunicamos, consumimos, pensamos e trabalhamos. Agilizou o cotidiano em um ritmo intenso, possibilitando que diversas coisas sejam feitas ao mesmo tempo.
Com todas essas mudanças ocorrendo tão vigorosamente, o termo transformação digital está presente nos mais variados níveis da nossa vida diária, tornando-se, inclusive, bastante difuso entre as empresas.
Para entender: o que é Transformação Digital?
A chamada transformação digital é a integração entre o físico e o digital. Trata-se da utilização de tecnologia pelas empresas para atingirem melhores resultados, melhorar seu alcance e aprimorar a experiência do consumidor. Unificada à Indústria 4.0, está no centro das estratégias de negócio e é aplicada em todas as indústrias e setores do mercado.
Aliás, assim como a Indústria 4.0, a Transformação Digital é muito mais do que uma tendência. Isso é fácil de entender, já que as pessoas estão cada vez mais digitais, o que, por sua vez, faz com que as competências digitais se convertam no centro das necessidades dos negócios.
Assim, temos: pilares da Transformação Digital
São três os pilares da Transformação Digital:
Transformação da Experiência do Cliente/Usuário
Transformação dos Modelos de Negócio
Transformação dos Processos Operacionais
A seguir, detalho melhor cada um deles.
Transformação da Experiência do Cliente
As organizações devem ver seus clientes menos como consumidores e mais como pessoas. Em resumo, esta transformação da experiência dos usuários é um dos pilares da transformação digital.
Explicando melhor: com a digitalização tão presente e afetando tantos aspectos do comportamento do consumidor, para que seja possível criarmos bons produtos e serviços é imprescindível que conheçamos esse comportamento, bem como desejos e necessidades dos clientes/usuários. Um bom entendimento do comportamento do consumidor permite que a empresa identifique, por exemplo, as melhores tecnologias, processos e transições necessárias para proporcionar-lhes a melhor experiência e, assim, atingir o diferencial no atual mercado competitivo.
Transformação dos modelos de negócio
Para permanecerem no mercado, muitas vezes empresas devem passar por drásticas mudanças. O segundo pilar da transformação digital é a transformação dos modelos de negócios, ou seja, aquilo que muitas organizações precisam modificar para sobreviverem.
Não há dúvidas de que a era digital proporciona rápidas mudanças no mercado e o surgimento imediato de forças disruptivas. Alguns exemplos destes negócios são a Netflix, ponto forte na extinção das locadoras físicas de filmes, e a Uber, com seu poderoso serviço que cada vez mais substitui a utilização dos táxis em várias cidades do mundo. Sabendo disso, empresas devem sempre estar atentas ao mercado e olhar além do seu próprio setor, pois a digitalização não respeita os limites industriais.
Transformação dos processos operacionais
Num cenário onde tudo acontece rapidamente, além da tradicional necessidade de eficiência e otimização, é essencial o investimento das organizações em tecnologias para automação de processos através do uso de recursos digitais estratégicos e integrados. A mudança dos processos operacionais é o terceiro pilar da transformação digital, sendo que inúmeras empresas já estão notando as fortes vantagens da modificação e digitalização de processos internos, tais como: a rápida entrega de produtos e serviços, o aumento da transparência e segurança dos processos e diversas outras.
Ao falar de automação de processos, o BPM (Business Process Management) é um recurso chave. Não é à toa que temos uma verdade imutável:
Quanto mais paperless for o negócio, assim como quanto mais os processos forem virtualmente originados, maior será a dependência e necessidade de fluxos de trabalho digitais seguros, eficazes e eficientes.
Além disso, a otimização processual por meio de plataformas digitais permite que os colaboradores invistam mais tempo em tarefas estratégicas. Dispositivos móveis possibilitam que estejamos conectados com nossas organizações a todo o momento, do local onde estejamos, compartilhando informações de modo que nunca antes foi possível.
Como vimos, falar de transformação digital significa analisar a transformação dos negócios. Diversos novos produtos e serviços surgem todos os dias e as mudanças de comportamento do consumidor são incessantes, nos exigindo imediatismo. Esta revolução digital não é futura, ocorre neste instante, e o futuro está cheio de possibilidades.
Sua empresa está preparada para as transformações?