Autor: Farley Niehues

  • Transformação Digital na Indústria Automotiva

    Transformação Digital na Indústria Automotiva

    A indústria automotiva vive uma das maiores transformações de sua história. Ao mesmo tempo em que precisa responder a demandas por maior produtividade, redução de custos e competitividade, o setor também precisa cumprir requisitos cada vez mais rigorosos de qualidade, rastreabilidade, conformidade regulatória e sustentabilidade.

    Montadoras, sistemistas e fabricantes de autopeças operam em uma cadeia altamente integrada, onde uma única falha pode comprometer todo o fornecimento. Um processo executado incorretamente pode gerar retrabalho, atrasos logísticos, perdas financeiras, recalls e danos à reputação da empresa.

    Diante desse cenário, a transformação digital se tornou um dos principais fatores estratégicos de competitividade do setor.

    A crescente pressão por eficiência

    A indústria automotiva é reconhecida por ter uma das cadeias produtivas mais complexas do mundo, envolvendo centenas de fornecedores, milhares de componentes e uma sincronização rigorosa entre produção, logística, qualidade, engenharia e atendimento ao cliente.

    Essa complexidade é intensificada por fatores que aumentam continuamente a pressão por eficiência:

    • Aumento dos custos produtivos
    • Necessidade de reduzir desperdícios
    • Maior velocidade na introdução de novos produtos
    • Mudanças regulatórias constantes
    • Necessidade de garantir total rastreabilidade dos processos

    O peso das normas e da conformidade regulatória

    A IATF 16949, referência mundial para sistemas de gestão da qualidade no setor automotivo, exige que os processos sejam documentados, controlados, monitorados e continuamente aprimorados. Fabricantes também precisam demonstrar conformidade durante auditorias de clientes, certificadoras e órgãos reguladores, e quanto maior o volume de processos manuais, maior a dificuldade de atender a esses requisitos com agilidade.

    É por isso que a adoção de plataformas de gestão vem ganhando espaço em toda a cadeia automotiva: elas permitem integrar informações, eliminar controles paralelos, reduzir riscos operacionais e preparar a empresa para as exigências do mercado.

    Os maiores gargalos operacionais do setor

    Em grandes montadoras, veículos são produzidos quase inteiramente por robôs, prova do alto nível de tecnologia do setor. Ainda assim, boa parte das atividades administrativas, operacionais e de qualidade continua dependente de controles manuais, o que gera gargalos que impactam diretamente a produtividade:

    Retrabalho

    Erros de preenchimento, documentos desatualizados, aprovações fora do fluxo correto e falta de padronização aumentam o tempo gasto para corrigir falhas e reduzem a capacidade produtiva das equipes.

    Falta de rastreabilidade

    Informações dispersas em planilhas, e-mails e sistemas diferentes dificultam o acesso rápido aos dados e aumentam o risco em auditorias, tornando mais difícil a investigação da causa raiz de falhas.

    Auditorias manuais

    A descentralização de informações obriga as equipes a investir horas ou dias reunindo evidências, aumentando o risco de apresentar documentos desatualizados ou incompletos.

    Processos pouco padronizados

    Sem padronização, cada área cria seus próprios fluxos, o que aumenta a dependência do conhecimento individual e o risco de perdê-lo quando um colaborador deixa a empresa.

    Comunicação fragmentada

    Solicitações por e-mail, mensagens e ligações dificultam o acompanhamento de prazos e responsabilidades, reduzindo a eficiência operacional e a governança.

    O que é BPM e por que ele é essencial para montadoras e sistemistas?

    Business Process Management (BPM), ou Gestão de Processos de Negócio, é uma abordagem que permite modelar, automatizar, executar, monitorar e otimizar processos organizacionais de forma integrada.

    Na prática, uma plataforma de BPM transforma procedimentos manuais em fluxos digitais controlados, em que cada atividade segue regras previamente definidas, garantindo mais padronização, rastreabilidade e transparência. Para a indústria automotiva, isso representa uma mudança relevante: em vez de controles descentralizados, a empresa passa a operar com informações centralizadas, históricos completos e indicadores em tempo real.

    Principais benefícios para o setor:

    • Padronização das rotinas
    • Redução de erros operacionais
    • Maior controle sobre aprovações
    • Eliminação de atividades repetitivas
    • Aumento da produtividade
    • Integração entre departamentos e sistemas
    • Fortalecimento da governança

    Outro diferencial é a flexibilidade: processos de qualidade, engenharia, manutenção, suprimentos, recursos humanos, logística e produção podem ser automatizados em uma única plataforma, reduzindo a dependência de ferramentas isoladas e permitindo que gestores acompanhem indicadores estratégicos por meio de painéis que tornam a tomada de decisão mais rápida e baseada em dados.

    Qualidade sem papel: substituindo planilhas e documentos físicos

    Durante décadas, planilhas eletrônicas e formulários impressos foram os principais instrumentos de controle de processos no setor automotivo. Apesar de ainda recorrente, esse modelo apresenta limitações importantes:

    • Ausência de controle de versões
    • Elevado risco de erros de preenchimento
    • Dificuldade para localizar informações
    • Pouca rastreabilidade
    • Compartilhamento descentralizado
    • Baixa segurança dos dados

    Com uma plataforma digital, esses controles passam a ser totalmente eletrônicos: formulários validam campos automaticamente, impedem preenchimentos incorretos e garantem o registro de todas as informações obrigatórias. Os documentos passam a seguir fluxos automáticos de aprovação, eliminando trocas de e-mail e reduzindo atrasos.

    Exemplo prático: processos sem documentos físicos

    Um exemplo prático é o tratamento de não conformidades. Em um ambiente tradicional, o processo envolve planilhas, anexos por e-mail, assinaturas físicas e diversas versões do mesmo documento. Em um ambiente digital, todo o fluxo ocorre dentro da plataforma: a ocorrência é registrada, o responsável é notificado automaticamente, as evidências são anexadas ao processo, as aprovações seguem regras predefinidas, os planos de ação recebem prazos e os indicadores são atualizados em tempo real — com todo o histórico armazenado para futuras auditorias.

    Essa lógica pode ser aplicada a processos como gestão de ações corretivas, auditorias internas, controle de mudanças, aprovação de documentos, homologação de fornecedores, inspeções de qualidade, solicitações de engenharia e gestão de desvios.

    Case de sucesso: Carbel Auto Group

    Transformar processos em resultados concretos exige mais do que tecnologia: é preciso alinhar pessoas, processos e estratégia. Esse foi o desafio da Carbel Auto Group, um dos maiores ecossistemas automotivos do Brasil.

    Com uma operação complexa, composta por dezenas de unidades de negócio, a empresa adotou o Fusion Platform como ferramenta de gestão. A implementação aconteceu de forma gradual, e os ganhos se expandiram para diversas áreas, promovendo padronização e colaboração entre setores.

    Principais resultados obtidos

    • Redução de até 70% do retrabalho em processos de faturamento
    • Diminuição de 38% no tempo de processamento
    • Otimização de 52% no processo de folha de pagamento
    • Recuperação anual de aproximadamente R$ 86 mil no fluxo de sinistros
    • Aumento de até 42% na produtividade da equipe comercial
    • Redução DE R$ 137 mil/ano em custos comerciais operacionais
    • Unificação do fluxo de agendamentos, com economia de R$ 235 mil/ano
    • Eliminação de 80% de e-mails, planilhas e impressões

    Atualmente, o Fusion Platform faz parte de toda a rotina operacional do Carbel Auto Group e contribui para uma economia anual de R$ 940 mil.

    Por que o Fusion Platform foi a plataforma escolhida

    Antes da contratação, o Carbel Auto Group avaliou as soluções disponíveis no mercado com base no Relatório de Avaliação Consolidada das Soluções de Tecnologia de BPM do IBICT, considerando critérios como arquitetura low-code/no-code, melhor TCO (Total Cost of Ownership) e facilidade de integração. Nessa avaliação, o Fusion Platform obteve 96% de aderência consolidada (com mais de 75 atributos técnicos analisados) e 100% de aderência em integração nativa e processamento de regras, sendo a plataforma com melhor avaliação entre as opções consideradas.

    O papel de uma plataforma de gestão integrada na transformação digital

    A transformação digital não se trata apenas de implementar novas tecnologias. O verdadeiro diferencial está em transformar processos, tornando-os mais eficientes, inteligentes e preparados para responder às constantes mudanças do mercado.

    Na indústria automotiva, onde qualidade, agilidade e conformidade são fatores decisivos, a gestão integrada de processos é um pré-requisito para o crescimento sustentável. Uma plataforma como o Fusion Platform reúne, em um único ambiente, recursos de BPM, low-code, GED (Gestão Eletrônica de Documentos), assinatura eletrônica, integrações, inteligência artificial, aplicativos móveis e painéis analíticos.

    Ao conectar qualidade, engenharia, produção, suprimentos, recursos humanos e demais departamentos em uma plataforma unificada, as indústrias automobilísticas ganham mais visibilidade sobre suas operações, reduzem gargalos, aceleram a tomada de decisão e fortalecem a cultura de melhoria contínua.

    Os dados do case Carbel Auto Group, economia anual de R$ 940 mil, redução de até 70% no retrabalho e eliminação de 80% de e-mails, planilhas e impressões, mostram, na prática, como a transformação digital no setor automotivo deixa de ser um conceito abstrato e se torna resultado mensurável quando aplicada por meio de uma plataforma de gestão integrada

    Quer entender como aplicar essa transformação na sua empresa? Solicite uma demonstração gratuita do Fusion Platform.

  • Melhores BPMs: o que o estudo do IBICT e INPI revela sobre as plataformas

    Melhores BPMs: o que o estudo do IBICT e INPI revela sobre as plataformas

    As empresas brasileiras vêm buscando, cada vez mais, modernizar suas operações. No entanto, diante da grande variedade de plataformas BPMs disponíveis, escolher uma que realmente atenda às necessidades da organização continua sendo um dos principais desafios para os gestores.

    Grande parte dessa dificuldade está na forma como as soluções são comparadas. Na maioria das vezes, a avaliação considera apenas o preço, deixando de lado critérios mais importantes.

    Esse cenário ajuda a explicar por que muitas iniciativas de transformação digital ainda enfrentam dificuldades para gerar os resultados esperados.

    O Índice de Transformação Digital Brasil 2025, desenvolvido pela PwC Brasil e Fundação Dom Cabral, mostra que, embora as organizações tenham avançado em infraestrutura tecnológica e uso de dados, ainda existem desafios relacionados à integração entre sistemas, governança e maturidade digital.

    Para que a decisão seja mais criteriosa e imparcial, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) divulgaram o Relatório de Avaliação Consolidada das Soluções de Tecnologia de BPM.

    Esse estudo usou metodologias estruturais para avaliar dezenas de atributos técnicos das plataformas BPMs. Por isso, a análise é uma referência objetiva para empresas que buscam comparar soluções. 

    Ao longo do conteúdo, complementamos essa análise com aspectos práticos que os gestores devem considerar ao escolher uma plataforma para apoiar sua estratégia de transformação digital.

    O que é BPM e qual a diferença para BPMS?

    Embora os termos sejam usados como sinônimos, BPM e BPMS possuem significados diferentes:

    • BPM (Business Process Management) é uma disciplina de gestão voltada para identificar, modelar, automatizar, monitorar e promover a melhoria contínua dos processos de negócio de uma organização.
    • BPMS (Business Process Management Suite) é a plataforma tecnológica que viabiliza essa gestão. Por meio dela, as empresas modelam fluxos de trabalho, automatizam aprovações, criam formulários, integram sistemas, acompanham indicadores e monitoram a execução dos processos em tempo real.

    Na prática, o BPMS moderno conecta pessoas, documentos, sistemas e regras de negócio em um único ambiente, reduzindo as atividades manuais, aumentando a produtividade e proporcionando maior controle sobre as operações.

    Quando é hora de investir em um BPMS?

    Geralmente a adoção de um BPMS surge da dificuldade de manter os processos organizados, escaláveis e eficientes. Os sinais que indicam que esse momento chegou são:

    • Processos executados por e-mail ou planilhas;
    • Retrabalho frequente entre departamentos;
    • Falta de controle sobre aprovações;
    • Dependência excessiva da equipe de TI para pequenas alterações;
    • Pouca visibilidade sobre indicadores e gargalos operacionais.

    Segundo a McKinsey, empresas com maior maturidade digital apresentam um crescimento significativamente superior ao das organizações menos maduras. Esse desempenho está relacionado à estruturação dos processos, à governança e ao nível de automação adotado.

    Por que escolher a plataforma errada pode custar caro?

    Ao selecionar um BPMS, muitas organizações concentram a decisão apenas em preço ou quantidade de funcionalidades.

    O problema é que, ao longo do tempo, uma escolha inadequada pode gerar custos elevados com customizações, integrações complexas, aquisição de módulos adicionais, retrabalho e dependência do fornecedor.

    Outro risco é o chamado lock-in tecnológico. Nesse cenário, a empresa passa a depender de uma plataforma que dificulta evoluções futuras ou exige investimentos constantes para atender novas necessidades.

    Além disso, soluções fragmentadas exigem diferentes ferramentas para automação, gestão documental, assinatura eletrônica, formulários e monitoramento. 

    Por isso, avaliar um BPMS apenas pela lista de funcionalidades pode ser um erro. É fundamental analisar sua capacidade de evoluir junto com a organização, sustentando as estratégias de transformação digital no longo prazo.

    Critérios usados para avaliar as plataformas BPMs

    • Plataforma All-in-One: reúne os principais recursos em um único ambiente, reduzindo integrações, custos e complexidade de gestão
    • Desenvolvimento No-code e Low-code: permite que usuários de negócio criem e alterem processos com menor dependência da equipe de TI;
    • Escalabilidade: acompanha o crescimento da organização sem comprometer o desempenho da plataforma;
    • Modelo de licenciamento: cobranças adicionais para usuários externos, módulos ou assinaturas elevam significativamente o custo total de propriedade (TCO);
    • Inteligência Artificial nativa: oferece recursos de geração de conteúdo, análise de dados e automação inteligente integrados à plataforma;
    • Integrações nativas: conectores prontos para ERPs, CRMs, APIs e outros sistemas reduzem tempo e custos de implantação;
    • Transformação digital de ponta a ponta: cobre todo o ciclo da gestão de processos, da modelagem à automação, monitoramento e melhoria contínua;
    • Capacidade de evolução: acompanha o amadurecimento da organização, protegendo o investimento e evitando migrações futuras.

    Ranking dos melhores BPMs

    Quando os critérios técnicos do estudo são analisados em conjunto, um padrão se destaca: poucas plataformas conseguem atender simultaneamente a grande maioria, como integração nativa, arquitetura all-in-one e baixa dependência de customização. Diante disso, as plataformas com melhor desempenho comparativo foram:

    1º Fusion Platform

    O Fusion Platform se destaca na avaliação por apresentar alto nível de aderência aos critérios técnicos considerados essenciais para uma plataforma de BPM.

    O estudo vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, atesta que a plataforma obteve 96% de aderência consolidada em uma avaliação rigorosa com mais de 75 atributos técnicos. Também obteve 100% de aderência em critérios como integração nativa e processamento de regras.

    Esses números evidenciam a capacidade do Fusion Platform de atender projetos de automação com diferentes níveis de complexidade. 

    Entre seus principais diferenciais estão a arquitetura All-in-One, o desenvolvimento No-code e Low-code, recursos nativos de inteligência artificial, assinatura digital integrada e uma abordagem voltada à transformação digital de ponta a ponta.

    Com mais de duas décadas de atuação no mercado brasileiro, o Fusion Platform atende organizações de diversos segmentos que buscam automatizar processos, gerenciar documentos, formulários, indicadores e assinaturas digitais em um único ambiente, reduzindo a necessidade de soluções complementares.

    2º Oracle BPM Suite

    Presente no mercado há mais de 15 anos, o Oracle BPM Suite é reconhecido pela robustez, escalabilidade e capacidade de atender ambientes corporativos de alta complexidade.

    A plataforma tem alta dependência do ecossistema Oracle. Por isso, é indicada principalmente para organizações que já utilizam as tecnologias da empresa, como banco de dados, middleware e aplicações corporativas, aproveitando a integração entre essas soluções. 

    O relatório também apontou que a implantação da ferramenta é complexa e costuma exigir equipes especializadas e investimentos mais elevados.

    3º IBM Cloud Park for Business Automation

    A IBM atua há décadas no mercado de automação empresarial. Seu principal sistema, o IBM Cloud Pak for Business Automation é reconhecido por ser extremamente robusto e possuir recursos avançados de automação.

    A solução é indicada para organizações de grande porte que possuem elevado volume operacional e necessidade de integrar diversos sistemas corporativos. Porém, os custos de implantação, licenciamento e manutenção tendem a ser superiores a outras alternativas.

    4º Bizagi

    Com mais de duas décadas de mercado, o Bizagi tornou-se uma das plataformas mais conhecidas para modelagem, automação e melhoria contínua de processos. Especialmente pela popularização de sua ferramenta gratuita de modelagem em BPMN.

    Seus recursos em relação a transformação digital completa, são limitados. Por isso, é indicado apenas para empresas que estão iniciando sua jornada em gestão por processos ou que desenvolvem projetos de automação de menor complexidade.

    5º Pega BPM

    Desenvolvido pela PegaSystems, empresa que atua há mais de 40 anos no mercado de software corporativo, o Pega BPM é reconhecido pelo elevado nível de personalização e automação.

    A plataforma é indicada para organizações que executam processos altamente complexos, especialmente nos setores financeiro, de seguros e telecomunicações. 

    Sua implementação costuma envolver projetos mais longos, equipes especializadas e investimentos elevados. Essas características podem limitar e até inviabilizar sua adoção por organizações brasileiras menores.

    Guia de decisão: como escolher o BPMS certo para sua empresa?

    O ranking apresentado é uma referência importante. No entanto, a melhor plataforma será aquela que atende às necessidades atuais e futuras da sua organização.

    Para apoiar sua decisão, use esse checklist e compare as soluções com base nos principais critérios:

    CritérioO que avaliar?
    Plataforma All-in-OneA ferramenta cobre BPM, gestão de formulários, automação, assinatura digital e IA em um único ambiente?
    No-code/Low-codeUsuários de negócio conseguem criar e alterar processos sem auxílio do setor de TI?
    EscalabilidadeA plataforma suporta crescimento de usuários, processos e integrações sem queda de performance?
    Modelo de assinatura e custo de acesso externoExistem custos adicionais para o acesso e execução de usuários externos,  assinatura digital, integrações ou módulos complementares?
    IA nativa e integradaA IA faz parte da plataforma ou depende da contratação de serviços externo
    Integrações nativasAs integrações são nativas ou precisam ser desenvolvidas individualmente? 
    Transformação digital de ponta a pontaA plataforma cobre desde a modelagem até o monitoramento e melhoria contínua dos processos?
    Atendimento no curto, médio e longo prazo?A plataforma entrega valor rápido e acompanha a maturidade do processo ao longo do tempo?

    Atenção para evitar possíveis armadilhas

    Ao comparar as opções disponíveis no mercado, evite basear a decisão apenas no menor preço. Uma plataforma aparentemente mais econômica pode gerar custos elevados com customizações, integrações, licenças adicionais e manutenção ao longo do tempo.

    Também é importante considerar aspectos como escalabilidade, modelo de licenciamento, facilidade de evolução e capacidade de apoiar toda a jornada de transformação digital. Uma escolha criteriosa reduz riscos, protege o investimento e aumenta as chances de sucesso do projeto.

    Além disso, soluções que não são pensadas para as empresas brasileiras, podem desconsiderar leis, normas e outros critérios regulamentares do país. Essa falta de conformidade pode gerar multas, punições e perdas financeiras.

    Por que o Fusion Platform lidera esse ranking?

    O Fusion Platform teve maior destaque por possuir um equilíbrio difícil de encontrar no mercado.

    Em uma única plataforma estão reunidos os principais critérios usados na avaliação técnica realizada pelo INPI e IBICT. Tanto que a plataforma alcançou 96% de aderência consolidada e 100% de aderência em critérios como integração nativa e processamento de regras.

    Sua arquitetura All-in-One facilita a administração e permite que toda a gestão seja realizada em um único ambiente. Com o desenvolvimento No-code e Low-code, os próprios usuários podem criar e editar fluxos, sem depender exclusivamente da TI.

    A presença de IA nativa amplia ainda mais essa autonomia. A solução oferece chatbot de IA para consultas em documentos, criação de fluxos e planos de ação, análise de informações e apoio à tomada de decisão.

    Somado a isso, a assinatura digital integrada elimina custos adicionais comuns em outras plataformas. Outro ponto é que não há cobranças para que usuários externos executem atividades dentro do universo do Fusion Platform.

    E claro, um dos aspectos mais relevantes é o foco no mercado brasileiro. A plataforma foi desenvolvida considerando as necessidades das empresas nacionais. Sua implantação é aderente à realidade local, possui suporte especializado e funcionalidades que evoluem constantemente.

    Solicite uma demonstração do Fusion Platform e tenha a segurança de contar com uma plataforma comprovadamente eficiente e validada por uma avaliação técnica independente.

  • Conecte-se com sua base Progress em seu BPM sem complicações

    Conecte-se com sua base Progress em seu BPM sem complicações

    Você sabia que o Fusion Platform possui a capacidade de se conectar a bases de dados Progress OpenEdge de forma nativa utilizando o driver liberado por padrão no produto e sem qualquer complicação?

    Conecte-se com sua base Progress (Datasul, QaD, aplicações específicas, etc.) em sua plataforma de transformação digital (Fusion Platform) sem complicações.

    Como funciona a integração entre Progress e Fusion Platform?

    Para isso você precisa entender algumas premissas básicas de como o banco de dados Progress funciona.

    1. Entenda os diferentes engines do banco de dados Progress

    Existe um engine de banco de dados específico para as aplicações 4GL desenvolvidas em Progress padrão e um engine de banco de dados específico para responder conexões “do mundo exterior”, e não entender esse princípio básico normalmente é o início dos problemas.

    2. Compreenda as configurações necessárias para conexões externas

    Uma vez compreendido o item 1 e desejar “furar a bolha” do mundo 4GL Progress, entender como que as configurações e os serviços de banco de dados 4GL e SQL precisam ser realizados para que não se gerem os problemas padrões (Erros de no sql server avaliable, erros de número de usuários atingidos, erros de usuários não conseguindo logar nas aplicações 4GL, erros de “conexões travadas em banco”, etc.) onde a consequência sempre é apontar o dedo para o “coleguinha”, quando na verdade o problema está na origem, ou seja, no setup do banco Progress mal feito, ou sequer feito olhando a nova realidade de um novo mundo que se apresenta a sua frente.

    3. Conheça as opções existentes para integração

    A seguir, algumas alternativas existentes, com foco no uso do driver JDBC nativo da Progress.

    OpenClients

    Possível fazer chamadas a APIs e códigos 4GL de forma remota seja via JAVA ou .Net de forma nativa ou ainda expor um programa desenvolvido em 4GL na forma de Webservices SOAP.

    Não é o foco desse material, mas também é possível utilizar esse mecanismo para integrar com o Fusion Platform de uma forma direta, confiável, nativa e escalável.

    Conexão a banco de dados

    Utilizando a interface de formulário externo do Fusion Platform, que confia na especificação padrão dos drivers JDBC type 4 ou superior, conectar o driver padrão do OpenEdge que suporta essa especificação garantindo que todos os arquivos do driver estejam disponíveis sob a instalação da plataforma para que as classes sejam encontradas.

    4. Entenda a importância dos pools de conexão

    Saber como as aplicações empresariais escritas em JAVA utilizando o mínimo de boas práticas de uma boa arquitetura funcionam para assim entender que o uso de POOLS de conexão por exemplo, quando bem aplicados, trazem benefícios e ganhos de escala e performance e não são feitos apenas para “consumir conexões no meu banco de dados” ou “manter conexões presas” no meu banco de dados.

    Pool de conexões são feitos para manter esses contextos abertos junto ao servidor para assim evitar o overhead de ter que abrir e fechar conexões a cada requisição que a aplicação irá realizar para busca de dados, e entender isso, é básico.

    Por que utilizar formulários externos com JDBC no Fusion Platform?

    Importante ressaltar que essa funcionalidade de formulário externo conectando em bases externas utilizando drivers JDBC atende a todos os requisitos mínimos de uma boa arquitetura de software com foco na leitura de registros.

    Podendo ser utilizado também para escrita, mas aí outras variáveis precisam também ser consideradas.

    O Fusion cria uma camada de aplicação

    O Fusion cria uma camada de aplicação a partir da leitura do esquema da fonte de dados Progress, sendo por meio dessa camada que ocorre a comunicação.

    Essa estrutura pode utilizar recursos da própria plataforma, como auditoria, entre outros. Portanto, não se trata de um acesso direto à base de dados.

    Monitoramento e acompanhamento das conexões

    Além da camada da plataforma, o próprio driver da Progress, assim como outros, provê opções de monitoramento.

    Adicionalmente, todas as ferramentas nativas da Progress podem ser utilizadas para acompanhar conexões, processamento e demais operações.

    Escalabilidade sem custos adicionais

    Para fins de leitura de registros e integração facilitada e que seja altamente escalável, é uma das melhores opções atualmente existentes.

    E reforçamos: é padrão, é de graça (Drivers Progress passaram a não ter custo) e se bem entendida e configurada, vai elevar as suas possibilidades de automação de processos na sua empresa e te levar mais longe sem custos com desenvolvimento, códigos específicos, configurações de camadas ou componentes complexos, etc.

    Referências importantes para ambientes Progress

    Seguem algumas referências importantes que infelizmente o mundo 4GL da Progress pouco conhece ou estudou.

    SQL-Width e compatibilidade das aplicações

    Entender que eventualmente mudar o SQL-Width de alguns campos (Progress usa hard-limits no engine SQL-92) não altera CRC de aplicações Progress: artigo-20245.

    Como alterar o SQL-width caso esse erro seja apresentado no momento de se conectar a uma tabela em base de dados Progress: artigo-P26983 ou artigo-P128368.

    Reforçamos, esse ajuste NÃO ALTERA CRC de banco ou irá gerar problemas com programas Progress compilados (.r): artigo-P10811.

    Configuração de brokers SQL-92

    É uma boa prática fazer o setup de um broker complementar para atender as requisições SQL-92 vindas de aplicações externas, como nesse caso aqui, aplicação feita em Java Fusion Platform: artigo-1 e artigo-2.

    DICA: A maioria erra justamente nessa configuração aqui, achando que o padrão de configuração -Ma, -Mn e -n resolve.

    UM USUÁRIO SQL-92 consome um processo server SQL-92, ou seja, muita atenção no -Mn.

    Drivers JDBC da Progress

    Drivers JDBC Progress a partir da versão 10.0A não são mais produtos pagos e podem ser redistribuídos: artigo-P9240.

    Quais são os arquivos que compõem o driver: artigo-P130654.

    Nesse caso aqui o Fusion já incorpora os arquivos em sua própria aplicação e assim facilita o deploy.

    Suporte nativo para conexões externas

    A Progress dá suporte nativo a que aplicações externas se conectem em sua base de dados, segue exemplo oficial presente em sua documentação: artigo-1.

    Ou seja, a Neomind não está reinventando nenhuma roda, está apenas utilizando um driver padrão do fabricante, desenvolvido sob um padrão aberto de mercado (SIM, A PROGRESS É ABERTA), para que seja utilizado, e o Fusion Platform se beneficia disso.

    Permissões e acesso no engine SQL-92

    Entender minimamente como o engine SQL-92 do Progress funciona do ponto de vista de acesso e permissões (SIM, É DIFERENTE DO 4GL): artigo-20143 e artigo-P131207.

    Configuração de fontes de dados no Fusion Platform

    Saber como configurar uma fonte de dados no Fusion Platform: artigo-1.

    Agende uma demonstração e se informe junto ao time de suporte da Neomind quanto à configuração e comportamento do POOL de conexões da aplicação, avaliando o que faz sentido para você dentro de seu parque tecnológico e de licenciamento presente em seu contrato para assim tomar as melhores decisões.

  • Execução de tarefas por usuário: elimine barreiras e conecte as tarefas do seu processo com o mundo externo

    Execução de tarefas por usuário: elimine barreiras e conecte as tarefas do seu processo com o mundo externo

    Muitos processos corporativos dependem diretamente da execução de tarefas por usuário externo. A demora nas comunicações externas costuma gerar gargalos e aumentar o tempo de resposta dos processos.

    Pensando em solucionar esse problema e tornar os processos mais estratégicos, o Fusion Platform amplia as possibilidades facilitando a participação de fornecedores, clientes e outros públicos externos. A proposta é eliminar barreiras e ampliar a colaboração entre empresas e seus parceiros. 

    Saiba mais sobre a nova atualização da plataforma e entenda como permitir que terceiros executem tarefas sem ter um usuário na plataforma.

    O que é a execução de tarefas por usuário externo?

    Basicamente, a nova funcionalidade permite que algumas atividades dos processos sejam executadas por pessoas de fora da companhia. 

    O destinatário externo recebe uma notificação com a tarefa e, por meio de um link, pode acessar e executar a atividade diretamente pelo navegador. Com isso, a empresa amplia a integração com parceiros sem abrir mão da segurança e do controle das informações.

    Esse recurso está disponível na versão 4.24 do Fusion Platform. Por enquanto, as atividades são enviadas exclusivamente pelo WhatsApp, o que requer integração via Meta. Mas esse cenário será ampliado nas próximas atualizações.

    Quando essa funcionalidade é útil?

    A execução de tarefas por usuário externo é ideal para processos que dependem de informações, documentos ou aprovações realizadas por públicos externos. Algumas situações de uso incluem:

    • Fornecedores enviando documentos para homologação;
    • Clientes aprovando propostas comerciais;
    • Transportadoras confirmando entregas para liberação financeira;
    • Alunos respondendo pesquisas de satisfação;
    • Candidatos enviando currículos em processos seletivos;
    • Novos colaboradores enviando documentos admissionais;
    • Parceiros revisando e assinando contratos digitalmente.

    Como isso funciona na prática?

    Para facilitar o entendimento, vamos a um exemplo prático e corriqueiro. Em muitas empresas, currículos e documentos de candidatos ainda circulam entre e-mails, formulários externos e planilhas desconectadas.

    Esse cenário muda quando o novo recurso é acionado. Por meio de um link enviado pelo WhatsApp, o candidato pode preencher informações, anexar documentos e acompanhar as etapas da contratação.

    Como todas as informações estão centralizadas no Fusion Platform, o RH pode usar a Inteligência Artificial para automatizar a leitura de currículos e documentos, extrair dados ou realizar análises de aderência à vaga. 

    O resultado é um processo seletivo mais rápido, padronizado e eficiente, tanto para o time de RH quanto para os candidatos.

    Configurando a execução de tarefas por usuário externo

    Para utilizar o recurso, é bastante simples:

    1. Habilite a integração com o WhatsApp nas configurações da plataforma;
    2. Acesse o processo desejado em Gerenciar Modelos de Processos;
    3. Selecione uma atividade do tipo Usuário ou Manual;
    4. No agrupador Geral, ative a opção Execução por Usuário Externo.

    Após a configuração, a plataforma identifica automaticamente o destinatário, a partir dos dados do formulário, e envia a notificação da tarefa.

    Configuração da execução de tarefa por usuário externo

    As notificações para o usuário externo

    O acesso às tarefas acontece inteiramente por notificações enviadas ao destinatário externo. Como a versão 4.24 do Fusion Platform usa o WhatsApp como canal de comunicação, será preciso habilitar a opção Notificação via WhatsApp. 

    Essa configuração acontece diretamente na modelagem do processo onde será necessário indicar qual campo do formulário contém o número de celular do destinatário.

    Habilitando a comunicação via WhatsApp

    Definindo a mensagem enviada por Whatsapp

    As mensagens enviadas pelo WhatsApp podem ser personalizadas de acordo com o contexto de cada processo. Essa adaptação torna a comunicação mais clara, objetiva e alinhada à identidade da empresa.

    O Fusion Platform permite escolher entre:

    • Mensagem padrão do sistema: usa o modelo homologado na Meta;
    • Mensagem personalizada: possibilidade de variar o conteúdo para cada atividade.

    Na personalização, o sistema disponibiliza um editor com uma sugestão inicial que pode ser adaptada. No entanto, alguns trechos fixos não podem ser editados por regras da Meta. 

    Como o usuário externo executa a tarefa

    Ao receber a notificação, o usuário externo pode acessar a tarefa diretamente pelo navegador clicando em Visualizar.

    Imagem da notificação para execução de tarefa recebida pelo WhatsApp

    Antes de acessar a atividade, haverá uma validação de segurança com CAPTCHA, protegendo o processo contra acessos automatizados e garantindo confiabilidade às informações.

    Após a validação, o usuário é direcionado para uma interface simplificada e intuitiva. Para facilitar o preenchimento são apresentadas apenas informações essenciais, como: 

    • Cabeçalho da tarefa;
    • Número e nome da atividade;
    • Formulário associado ao processo.
    Imagem da tela da execução de tarefa por usuário externo

    Depois disso, basta preencher e enviar a tarefa. A experiência é totalmente responsiva para que as tarefas possam ser executadas com praticidade em smartphones, tablets ou computadores.

    Benefícios do uso por usuário externo

    A execução de tarefas por usuário externo gera ganhos operacionais e mais agilidade para os processos, com destaque para:

    • Redução de retrabalho e tarefas manuais;
    • Redução de tempo de resposta;
    • Melhor controle dos dados;
    • Facilidade para auditoria e acompanhamento;
    • Estruturação de métricas e relatórios;
    • Ganho de produtividade e escalabilidade operacional;
    • Centralização da comunicação;
    • Processo mais rápido e intuitivo;
    • Melhor experiência para o usuário externo.

    Ao conectar empresas, clientes, fornecedores e parceiros em um mesmo fluxo, o Fusion Platform torna os processos mais ágeis, integrados e eficientes. 

    Na prática, isso representa maior velocidade operacional, rastreabilidade e organização dos processos. Como consequência, a empresa poderá escalar operações com segurança. 

    Quer saber mais sobre essa e outras funcionalidades do Fusion Platform? Solicite uma demonstração e descubra como a solução pode centralizar interações, reduzir trocas paralelas e acelerar processos com mais controle e eficiência. 

  • Chatbot de IA para Processos: ganhe velocidade nas respostas

    Chatbot de IA para Processos: ganhe velocidade nas respostas

    O chatbot de IA para processos do Fusion Platform veio para facilitar o acesso aos dados e informações do seu negócio.

    Sua empresa ainda perde tempo buscando informações em sistemas complexos? Uma das principais barreiras da gestão empresarial é o acesso rápido à informação.

    Consultar o status do processo, histórico, responsáveis, prazos ou informações de formulários exigia programação e conhecimento técnico. O usuário precisava construir consultas, aplicar filtros e entender de estruturas. Isso, quando a empresa já conta com um sistema organizado e otimizado.

    Esse cenário muda completamente com a chegada do chatbot de IA.

    Agora, para extrair qualquer tipo de informação, é só perguntar com linguagem natural como se do outro lado da tela uma pessoa fosse responder:

    Entenda tudo sobre a nova ferramenta da Neomind e migre de uma interface técnica para uma interface conversacional.

    O papel do chatbot de IA para processos no acesso às informações

    Quando falamos em solução, o Fusion Platform já possui maturidade suficiente em termos de armazenamento, estrutura e busca automatizada dos dados. O dado sempre esteve na plataforma, mas com a nova funcionalidade ele passa a responder às consultas.

    Mesmo sendo uma solução low-code, consultas avançadas poderiam exigir conhecimento maior dos usuários. Na realidade diária, nem todos os colaboradores sabem montar filtros combinados, buscar campos de formulário ou estruturar relatórios.

    Essa questão expressava uma realidade muito comum no ambiente empresarial: a informação existe, mas está concentrada apenas nas mãos de quem sabe extraí-la.

    Porém, isso mudou com o auxílio da inteligência artificial. A ferramenta de IA para processos elimina a necessidade de saber como acessar e transfere o foco para o que precisa ser respondido.

    Quando um usuário pergunta “quantos processos estão em execução?” ou “quais tarefas estão atrasadas?” ele não está mais navegando pela ferramenta, ele está conversando com o dado.

    Na prática isso gera um aumento significativo de produtividade, pois os dados podem ser extraídos com muito mais rapidez.

    Além disso, há suporte para auditorias e rastreabilidade das informações, contribuindo diretamente para atividades relacionadas à governança e compliance, tornando esses processos mais ágeis e eficientes.

    Outro ponto importante é a aceleração de análises estratégicas e o apoio na geração de insights. Muitas vezes, um processo com grande volume de informação demandava tempo para leitura e análise antes da execução ser iniciada. Com a IA, esse cenário muda.

    Como a IA facilita o acesso às informações?

    O chatbot de IA para processos nasce para possibilitar uma consulta inteligente. Ele elimina barreiras técnicas e permite que qualquer usuário consulte dados usando linguagem natural, fazendo com que os dados respondam às intenções. O usuário pode usar a análise de processos automatizada para:

    • Fazer perguntas como se estivesse conversando
    • Gerar relatórios sem montar consultas complexas
    • Criar gráficos automaticamente
    • Obter respostas respeitando permissões e contexto
    • Acelerar análises estratégicas

    Como a IA funciona nos bastidores dos processos?

    Tecnicamente, a inteligência artificial funciona como uma camada intermediária entre o usuário e a base de dados do sistema. Sua função é interpretar a intenção do usuário e traduzir isso em consultas que antes precisavam ser construídas manualmente.

    Essa camada de abstração é o que permite que usuários com diferentes níveis de conhecimento tenham o mesmo tipo de informação.

    Mas há um detalhe importante: a inteligência depende de contexto. A IA precisa saber sobre qual processo está sendo feita a pergunta, quais campos estão disponíveis e deve respeitar as permissões. Isso significa que, embora pareça uma conversa livre, existe uma estrutura bem definida por trás do funcionamento.

    Como configurar a IA de processos no Fusion Platform?

    Em relação à configuração, o processo é relativamente simples. A funcionalidade está disponível nas configurações de sistema, onde o administrador do ambiente pode acessá-la.

    A configuração exige:

    1. Configurar a integração com OpenAI, acessando Administração e aba Sistema.
    2. Acessar Configuração de Inteligência Artificial. Nesse local, é possível definir um nome para a IA. O padrão é “Fusion Assistente”, mas pode ser personalizado como você desejar.
    3. Manter habilitada a opção e inserir a chave de acesso da OpenAI.
    4. Configurar os campos do processo: marque como indexável e ative a opção para oferecer informações para IA.
    5. Validar as permissões de acesso dos usuários em Administração, Segurança e Funcionalidades. As configurações de segurança são importantes porque envolvem consumo de recursos, volume de dados trafegados e utilização de tokens.

    Outro ponto relevante é a configuração dos campos de formulário. Existe uma propriedade que permite marcar determinados campos como indexáveis e habilitá-los para fornecer dados à IA. Isso é essencial para garantir que apenas os dados relevantes sejam utilizados como contexto.

    Caso todos os campos fossem incluídos, haveria um aumento significativo na complexidade e no volume de dados processados.

    Em relação à privacidade, a IA acessa apenas dados que o usuário já tem permissão para visualizar no sistema.

    Configurações de Inteligência Artificial
    Configuração > Ativar a opção indexável
    Permissões de uso

    Exemplos práticos de uso do chatbot de IA

    Na rotina, o uso da solução é bastante simples. Usuários com permissão poderão visualizar botão de IA na interface do Fusion Platform, acessível em diferentes áreas, como na Central de Tarefas.

    Para iniciar uma interação, é necessário informar o contexto. Por exemplo, ao trabalhar com o processo de gestão de demandas: “qual a quantidade de processos por status?”. O chatbot corporativo pode retornar informações como: 20 processos em execução, 2 finalizadas e 5 cancelados.

    Processo gestão de demandas > Quantidade de processo por tipo de status

    A partir disso, é possível aprofundar a análise, solicitando detalhes dos processos finalizados, incluindo links diretos para acesso às solicitações, histórico e formulários.

    Processos finalizados

    Outro exemplo é identificar processos em execução que estão parados com um determinado usuário. O chatbot corporativo pode listar essas solicitações, apontando prazos e status, indicando automaticamente quais atividades estão em atraso.

    Também é possível gerar relatórios com informações como: responsável pela tarefa e quantidade de dias em atraso. Esse documento pode ser gerado em formato PDF, facilitando o compartilhamento e acompanhamento.

    Relatório de Solicitações Abertas

    Em um segundo cenário, é possível trabalhar com dados de formulários:

    • Quantidade de processos por tipo de demanda (reclamação, serviços diversos, não conformidade)
    • Geração de gráficos, como gráfico pizza
    • Análise por forma de entrada (e-mail, WhatsApp, telefone)
    • Geração de relatórios com gráficos

    Esses relatórios incluem informações detalhadas como título, datas, status, solicitante e forma de entrada, além de visualizações gráficas para apoio gerencial.

    Um terceiro cenário envolve análise inteligente de conteúdo:

    • Identificar tarefas abertas por um usuário
    • Analisar um campo específico
    • Sugerir soluções com base no conteúdo informado
    • Criar planos de ação estruturados
    Gestão de Demandas > Serviços diversos
    Plano de Ação para Validação de Demanda

    Boas práticas para usar IA

    Em relação às boas práticas, é importante destacar alguns pontos para extrair o máximo da IA:

    • Formular perguntas claras e objetivas, sendo o mais específico possível quanto ao resultado desejado
    • Evitar perguntas muito extensas ou que solicitem múltiplas informações simultaneamente
    • Dividir as requisições em etapas e ser direto no pedido
    • Utilizar termos adequados como processos “em execução” ou “iniciados no último mês”
    • Sempre contextualizar o modelo de processos, como “processo de solicitação de compra” ou “cadastro de currículos”
    • Utilizar nomes exatos dos campos do formulário ao fazer consultas
    • Testar diferentes abordagens e interações
    • Corrigir a IA quando necessário, permitindo que ela se ajuste ao longo da interação
    • Utilizar a ferramenta como apoio gerencial, explorando suas diversas possibilidades no dia a dia.

    Dica importante: quanto mais claro o contexto, melhor a resposta.

    Futuro da IA em processos no Fusion Platform

    Quando o assunto é transformação digital, a Neomind não para. As funcionalidades da inteligência artificial empresarial estão em constante evolução. Em relação ao uso da IA para gestão de processos estão previstas melhorias como:

    • Aprimoramento da interpretação de termos
    • Melhorias em filtros e agrupamentos
    • Exportação de relatórios em Excel
    • Introdução de fórmulas com IA
    • Atividades de agente de IA no fluxo de processos
    • Integração com novos provedores, como o Google Gemini
    • Centralização das configurações de IA em uma interface dedicada

    A inteligência artificial é um recurso que torna a gestão mais simplificada, agilizada e acessível aos usuários.

    Quer manter o controle e o acesso aos dados da sua companhia? Veja na prática como funciona: solicite uma demonstração do Fusion Platform e tenha à sua disposição informações completas sobre os processos do seu negócio.

  • ISO 15489: como estruturar a governança documental com controle e rastreabilidade

    ISO 15489: como estruturar a governança documental com controle e rastreabilidade

    A informação, incontestavelmente, é um dos principais ativos de uma organização. Por isso, a gestão documental deve ser vista como um pilar estratégico. E nesse contexto, a ISO 15489 surge como um farol que estrutura o caminho para a governança documental.

    Estima-se que as empresas percam até 20% de sua produtividade devido à desorganização de documentos e à falta de controle sobre versões. À medida que avançamos para um futuro cada vez mais digital, a falta de gestão adequada acarretará um nível de ineficiência insustentável.

    Segundo relatórios da International Data Corporation (IDC), o volume global de dados corporativos cresce em média de 23% a 30% ao ano. Para se ter uma ideia, empresas médias, dependendo do setor, podem gerar entre 1 terabyte e 10 terabytes de dados por mês.

    Esse cenário mostra que gerenciar grandes volumes de informação deixou de ser opcional. Hoje, é uma necessidade estratégica para todas as organizações.

    Diante disso, entenda como os pilares da ISO 15489, somados a uma plataforma robusta, como o Fusion Platform, estruturam a governança documental para que sua empresa possa acessar, armazenar e usar as informações com estratégia, controle, segurança e conformidade.

    O que é a ISO 15489?

    A ISO 15489 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para a gestão de documentos e registros, promovendo uma abordagem estratégica para a governança da informação. 

    Tem como principais objetivos:

    • Garantir a autenticidade dos documentos;
    • Preservar a integridade das informações;
    • Assegurar a confiabilidade dos registros;
    • Manter a rastreabilidade das ações organizacionais;
    • Garantir a disponibilidade das informações ao longo do tempo.

    Para isso, ela organiza a gestão documental com base no ciclo de vida dos documentos:

    • Criação ou recebimento;
    • Classificação e registro;
    • Uso e compartilhamento;
    • Armazenamento e proteção;
    • Avaliação e destinação (eliminação ou guarda permanente).

    A ISO 15489 contribui para que as empresas tenham menores riscos jurídicos, fazendo com que atuem em conformidade com a legislação, principalmente com a LGPD.

    Na prática, adotar a norma garante maior organização, melhor controle de prazos de retenção e maior segurança na gestão das informações, principalmente por padronizar processos documentais e pelo apoio à governança corporativa.

    Quais são os desafios da gestão documental no mercado atual?

    No ambiente corporativo moderno, as organizações enfrentam uma série de desafios relacionados às suas informações e documentos, como:

    • Documentos espalhados: o uso de pastas compartilhadas leva a um emaranhado de documentos, dificultando a localização e o acesso;
    • Versões conflitantes: a falta de controle resulta em múltiplas cópias de um mesmo documento, gerando confusão, erros e retrabalho;
    • Falta de histórico: sem um sistema, as organizações perdem o histórico de alterações, comprometendo a transparência e a responsabilização;
    • Controle manual e dependência de pessoas: processos manuais são suscetíveis a erros e sem padronização há dependências de colaboradores específicos para o gerenciamento das informações críticas;
    • Riscos jurídicos e dificuldade de auditoria: a desorganização documental expõe a empresa a riscos jurídicos significativos, tornando as auditorias mais complexas e demoradas;
    • Falta de visibilidade gerencial: sem governança adequada, não é possível ter uma visão clara e integrada dos documentos e registros da organização.

    Os pilares da ISO 15489

    Para auxiliar as organizações a superarem esses desafios, a ISO 15489 estrutura os pilares fundamentais para a gestão documental:

    Estruturação do ciclo de vida documental

    A norma sugere que os documentos sejam gerenciados em todas as suas fases: criação, uso, manutenção e descarte. Isso garante que a informação esteja sempre disponível e em conformidade com as regulamentações.

    Controle de versões

    A norma enfatiza a necessidade de um sistema de controle de versões que assegure que todos os colaboradores estejam utilizando a versão mais recente de um documento.

    Classificação e organização

    A classificação adequada permite que os documentos sejam facilmente acessados e recuperados. Isso envolve tipologia documental e definição de categorias e subcategorias que facilitam a organização.

    Integridade e autenticidade

    Requer que as organizações implementem medidas para garantir que os documentos se mantenham autênticos e íntegros em relação às informações registradas.

    Segurança e controle de acesso

    A ISO 15489 destaca a importância de proteger os documentos e controlar o acesso a eles. É preciso garantir que apenas pessoas autorizadas possam visualizar ou modificar informações sensíveis.

    Rastreabilidade

    A capacidade de rastrear a origem e as alterações em um documento é essencial para a transparência e a responsabilidade. Isso também facilita auditorias e contribui com a conformidade regulatória.

    Retenção e descarte

    Orienta sobre a criação de políticas claras para a retenção e descarte de documentos, assegurando que as informações sejam mantidas pelo tempo necessário e que o descarte ocorra de maneira adequada e segura.

    Compliance regulatório

    A norma auxilia a empresa a se manter em conformidade com as exigências legais e normativas que mudam constantemente.

    Governança da informação

    A norma promove uma abordagem holística que integra a gestão documental com a governança de dados e informação, assegurando que as informações sejam tratadas como um ativo estratégico.

    O Fusion Platform e a ISO 15489 como modelo de governança da informação

    Para que esses princípios se tornem parte da rotina organizacional, a dica é recorrer à tecnologia. Mais precisamente, para uma plataforma capaz de estruturar toda essa governança.  

    O Fusion Platform é uma solução tecnológica com módulos específicos para a gestão de processos, documentos, riscos, indicadores, jurídico e assinatura eletrônica.

    Em relação à ISO 15489, o Fusion vai além do armazenamento de documentos, estruturando toda a governança documental da organização. A ferramenta resolve todos os desafios comuns do mercado ao proporcionar:

    • Centralização documental: todos os documentos ficam centralizados em uma só solução onde podem ser armazenados, acessados e gerenciados de maneira integrada, eliminando a desorganização das pastas compartilhadas;
    • Controle de versões: todos os usuários têm acesso à versão mais recente dos arquivos, evitando duplicações e confusões. Dependendo do nível de segurança, os usuários podem acessar versões anteriores e rastrear quem modificou, quando e como;
    • Indicadores e relatórios: na Central Analytics o usuário pode acompanhar indicadores e relatórios que oferecem visão macro sobre a documentação. Toda a gestão e as decisões acontecem de forma informada e baseadas em dados;
    • Governança e segurança: protocolos robustos e criptografia são implementados para proteger documentos sensíveis e controlar o acesso. Essa ação mantém a integridade e autenticidade dos registros;
    • Integração com processos: por ser uma solução completa para a gestão, há integração dos documentos aos processos de negócios.

    A junção entre o Fusion Platform e a ISO 15489 protege a organização de riscos jurídicos tratando os dados como ativos valiosos. Como estruturadora da governança documental, a solução proporciona controle, rastreabilidade e conformidade regulatória.

    Se o seu negócio ainda encontra dificuldade em gerenciar seus papéis e documentos, experimente o Fusion Platform. Tenha a tecnologia como parceiro para estruturar a governança documental e alavancar o sucesso da sua empresa.

  • ISO 14001 sem burocracia: gestão ambiental com processos inteligentes

    ISO 14001 sem burocracia: gestão ambiental com processos inteligentes

    Há algum tempo a sustentabilidade tem se tornado tema central de muitos negócios. Pressões regulatórias, exigências de investidores, expectativas do mercado e a própria necessidade de eficiência operacional colocaram a gestão ambiental no centro das decisões corporativas. 

    Nesse cenário, a ISO 14001 não se trata apenas de um normativo técnico. Mas de um modelo de governança ambiental capaz de estruturar processos, reduzir riscos e gerar valor.

    A grande questão é que algumas organizações ainda insistem em implementá-la de forma burocrática, com controles manuais, planilhas isoladas e documentos dispersos. 

    Sob esse aspecto, a gestão ambiental se torna frágil, reativa e pouco ligada às estratégias e planos do negócio.

    No entanto, quando implementada com o apoio de uma plataforma de gestão, como o Fusion Platform, a rotina passa a ser embasada em processos inteligentes e eficientes. Entenda como implementar a ISO 140001 com facilidade e livre de burocracia.

    Quais os desafios para adotar a ISO 14001 como estratégia de negócio?

    A sustentabilidade já ocupa um espaço relevante na agenda corporativa. De acordo com um estudo divulgado pela Amcham Brasil em 2025, 76% das empresas brasileiras já aplicam práticas sustentáveis e 72% integram a sustentabilidade ao seu planejamento estratégico.

    Esses números mostram um avanço importante na consciência empresarial. No entanto, a forma como essas práticas são gerenciadas dentro das rotinas empresariais está longe do ideal. 

    Em muitos casos, a sustentabilidade existe como diretriz estratégica, mas não se sustenta operacionalmente. Falta estrutura, método e integração entre processos, dados e decisões.

    Planilhas isoladas, trocas de e-mails, pastas compartilhadas e documentos descentralizados ainda são a base de muitos sistemas de gestão ambiental. Nesses negócios é muito comum encontrar uma gestão dependente do conhecimento de poucos profissionais e de controles pouco confiáveis.

    Esse modelo dificulta a consolidação das informações, aumenta o risco de falhas e fragiliza a governança ambiental. 

    Além de dificultar o atendimento aos requisitos da ISO 14001, ele impede que a gestão ambiental atue de forma preventiva, estruturada e alinhada aos objetivos estratégicos da organização. Na prática, a sustentabilidade até existe no discurso, mas carece de processos, dados e governança para gerar valor real ao negócio.

    O que é um Sistema de Gestão Ambiental segundo a ISO 14001?

    A ISO 14001 define o Sistema de Gestão Ambiental como um conjunto de práticas, processos e controles que permitem à organização gerenciar seus aspectos e impactos ambientais, reduzir riscos e melhorar continuamente seu desempenho ambiental.

    Em linguagem de gestão, um SGA eficiente significa:

    • Prevenção de impactos ambientais, e não apenas correção;
    • Controle sistemático de riscos ambientais;
    • Melhoria contínua baseada em dados e indicadores;
    • Governança ambiental clara, com papéis e responsabilidades definidos;
    • Gestão orientada por processos, e não por esforços individuais.

    Dessa forma, propõe estrutura, disciplina e integração. Na prática, esse nível de maturidade só é alcançado quando o Sistema de Gestão Ambiental deixa de depender de controles manuais e passa a ser suportado por uma plataforma que organiza processos, centraliza informações e garante rastreabilidade ao longo de toda a operação.

    ISO 14001 como modelo de governança ambiental

    Mais do que um conjunto de requisitos técnicos, a norma funciona como um modelo de governança ambiental.

    Quando apoiada em plataformas como o Fusion Platform é capaz de organizar a gestão, aumentar a previsibilidade, se integrar a demais sistemas e fortalecer a tomada de decisão. Nesse sentido, auxilia na: 

    Identificação de aspectos e impactos ambientais

    A norma orienta a organização a identificar como suas atividades, produtos e serviços interagem com o meio ambiente. Esse mapeamento cria uma base sólida para priorização de ações e controle de impactos significativos.

    Gestão de riscos ambientais

    A ISO 14001 introduz a lógica da gestão de riscos e oportunidades, conectando a gestão ambiental à estratégia do negócio. Riscos ambientais deixam de ser apenas operacionais e passam a ser tratados de forma sistêmica.

    Padronização de processos ambientais

    Processos bem definidos garantem consistência, reduzem retrabalho e aumentam a maturidade da gestão ambiental, independentemente de pessoas ou áreas específicas.

    Gestão documental e controle de versões

    Documentos controlados, atualizados e rastreáveis são fundamentais para assegurar conformidade, facilitar auditorias e preservar o conhecimento organizacional.

    Indicadores ambientais e desempenho

    Indicadores estruturados permitem monitorar resultados, avaliar tendências e apoiar decisões estratégicas, indo além do simples cumprimento legal.

    Rastreabilidade e governança

    A rastreabilidade de ações, decisões, evidências e responsabilidades fortalece a governança ambiental e traz transparência ao sistema de gestão.

    Os limites do modelo tradicional de gestão ambiental

    Apesar da clareza trazida pela norma, muitas organizações ainda adotam um modelo tradicional de gestão ambiental, baseado em esforço humano e controles informais.

    Esse modelo apresenta limitações claras:

    • Gestão ambiental reativa e pouco preventiva;
    • Falta de dados confiáveis para tomada de decisão;
    • Documentação fragmentada e difícil de manter;
    • Processos não padronizados;
    • Baixa previsibilidade e alto risco operacional;
    • Grande esforço para atender auditorias;
    • Dependência excessiva de pessoas, e não de sistemas.

    O resultado é uma gestão ambiental que consome tempo, gera insegurança e transforma a ISO 14001 em burocracia, quando o problema, na verdade, está na ausência de uma estrutura adequada.

    Como o Fusion Platform viabiliza a ISO 14001?

    O Fusion Platform é uma solução completa que pode atuar como base de gestão ambiental integrada, estruturando todos os elementos exigidos pela ISO 14001 de forma conectada, padronizada e orientada a processos. 

    A plataforma conta com uma interface amigável e acessível ao usuário, tendo como módulos principais:

    • Documental integrada: centralização de documentos, controle de versões, fluxos de aprovação e total rastreabilidade, garantindo conformidade e facilidade em auditorias;
    • Processos: mapeamento, padronização e automação de processos ambientais, como identificação de aspectos e impactos, gestão de requisitos legais, incidentes ambientais e ações corretivas;
    • Riscos: identificação, avaliação e monitoramento de riscos ambientais conectados a processos, controles e indicadores, fortalecendo a prevenção e a governança;
    • Governança e compliance: definição clara de responsabilidades, aprovações, evidências e controles, promovendo uma governança ambiental sólida e alinhada à estratégia do negócio;
    • Analytics com indicadores e relatórios: consolidação de dados em painéis e relatórios confiáveis, apoiando a tomada de decisão e a melhoria contínua.

    É importante entender que o Fusion Platform não é uma ferramenta ambiental. Ele é a plataforma que estrutura a governança ambiental da organização conectando processos, documentos, riscos e indicadores em um único ambiente.

    A solução também conta com integração nativa para se conectar à outras ferramentas e soluções já usadas pela companhia.

    Com a solução da Neomind, a ISO 14001 deixa de ser um desafio operacional e se torna um modelo inteligente de gestão ambiental. Como resultado, há maior eficiência, redução de riscos e fortalecimento da sustentabilidade como vantagem competitiva.

    Quer implementar as normas da ISO 14001 sem burocracia? Experimente o Fusion Platform e obtenha resultados melhores com processos mais inteligentes, sustentáveis e baseados em dados confiáveis.

  • Integrações Inteligentes

    Integrações Inteligentes

    No cenário empresarial atual, as organizações operam sobre ecossistemas tecnológicos complexos, compostos por ERPs, CRMs, sistemas fiscais, plataformas de BI e diversas soluções transacionais. Nesse contexto, a integração de sistemas deixa de ser um detalhe técnico e passa a ser um fator crítico para garantir eficiência operacional, governança e escalabilidade.

    Mais do que conectar sistemas, integrar significa permitir que dados, processos e decisões fluam de forma contínua, sustentando a transformação digital e a geração de valor para o negócio.

    Por que integrações são essenciais para plataformas de gestão de processos

    Uma plataforma de gestão moderna não pode funcionar como um sistema isolado. Seu papel é atuar como um elemento integrador dentro do ecossistema tecnológico existente, potencializando investimentos já realizados e eliminando silos de informação.

    Quando não há integração entre sistemas, iniciativas de automação e melhoria de processos perdem força. A ausência de dados confiáveis e disponíveis no momento certo compromete a eficiência, a agilidade e a tomada de decisão.

    Integração como fator funcional

    Do ponto de vista funcional, a integração garante que sistemas troquem informações de forma segura e estruturada, permitindo:

    • Continuidade operacional entre diferentes soluções;
    • Eliminação de retrabalho e atividades manuais;
    • Orquestração de processos ponta a ponta;
    • Acesso a dados confiáveis em tempo real

    Integração como decisão estratégica

    Além do aspecto técnico, integrar sistemas é uma escolha estratégica. Quando uma plataforma se conecta profundamente ao ecossistema tecnológico da empresa, ela passa a ocupar uma posição central na operação.

    Esse nível de integração cria um acoplamento estratégico natural: processos, dados e decisões passam a depender dessa conexão fluida, tornando a plataforma essencial para o negócio. Como consequência, a substituição da solução se torna complexa, custosa e pouco atrativa, não por dependência forçada, mas pelo valor real entregue.

    Integrações de leitura e gravação: entendendo os modelos

    No Fusion Platform, as integrações são estruturadas para atender diferentes necessidades do negócio, respeitando as particularidades de cada ambiente tecnológico.

    Integrações de leitura

    As integrações de leitura permitem coletar dados de sistemas externos e utilizá-los de forma unificada dentro da plataforma.

    Principais benefícios:

    • Integrações nativas, sem necessidade de customização;
    • APIs abertas compatíveis com padrões de mercado (SOAP, oDATA, RFC, JDBC)
    • Auditabilidade e conformidade com LGPD
    • Reaproveitamento de integrações já configuradas
    • Integração direta com BPM, GED e Analytics

    Tecnologias suportadas

    • Conexão com base de dados via JDBC
    • Integração com Web Services
    • Protocolo oDATA
    • Scripts de desenvolvimento Fusion Developer

    Integrações de gravação

    As integrações de gravação permitem que dados gerados no Fusion Platform sejam enviados para sistemas externos, garantindo compartilhamento e atualização de informações.

    Principais benefícios:

    • Liberdade para consumir e publicar dados via APIs
    • Ambiente completo de desenvolvimento com Fusion Developer
    • Possibilidade de agendamento
    • Sem custos adicionais
    • Maior autonomia para o cliente
    • Total auditabilidade

    APIs do Fusion Platform: ampliando possibilidades de integração

    O Fusion Platform disponibiliza um conjunto robusto de APIs que aceleram integrações e consolidam a plataforma no ecossistema corporativo.

    APIs do módulo GED

    As APIS do GED permitem automação completa do ciclo de vida dos documentos:

    • API de cópia controlada: emissão, controle e cancelamento de cópias
    • API de busca de documentos: localização rápida e precisa no repositório
    • API de publicação de documentos: envio automatizado de documentos
    • API de edição de documentos: atualização e sincronização de versões
    • API de assinatura eletrônica: coleta automática de assinaturas com rastreabilidade
    • API de busca de pastas: navegação estruturada pela hierarquia documental

    APIs do módulo BPM

    No BPM, as APIs permitem automatizar fluxos de trabalho e tarefas operacionais:

    • API de inicialização de processos: disparo automático de processos a partir de sistemas externos
    • API de automatização de tarefas: interação com tarefas via RPA ou integrações
    • API de campos: padronização e validação do tráfego de dados entre sistemas

    Integrações com plataformas de automação

    As integrações do Fusion Platform podem ser utilizadas em plataformas de automação como o n8n, permitindo cenários avançados, como:

    • Busca automática de documentos em pastas específicas
    • Início de processos a partir de e-mails
    • Publicação direta de documentos sem necessidade de iniciar processos

    Essas possibilidades ampliam ainda mais o papel do Fusion como orquestrador central de processos e informações

    O cuidado com integrações genéricas

    Embora o mercado frequentemente prometa integrações prontas, reutilizadas e rápidas, esse modelo raramente atende às necessidades reais das organizações. Cada empresa possui um ecossistema tecnológico único, com requisitos específicos que soluções genéricas não conseguem sustentar.

    Integrações engessadas tendem a gerar custos ocultos, retrabalho, limitações técnicas e dependência excessiva. Por isso, integrar exige visão estratégica, flexibilidade e respeito às particularidades de cada negócio.

    Integração como base da transformação digital

    O Fusion Platform nasce com uma proposta diferente: integrações nativas, abertas e flexíveis, que permitem construir conexões sob medida, no ritmo e na realidade de cada organização.

    Mais do que viabilizar automações ou troca de dados, o Fusion se posiciona como um elemento central do ecossistema corporativo, conectando pessoas, processos e sistemas de forma segura, escalável e sustentável.

    No fim, a integração deixa de ser um custo inevitável e passa a ser um ativo estratégico, a base sólida para a transformação digital contínua.

    Experimente o Fusion Platform e conheça na prática as integrações.

    Baixe o nosso ebook gratuitamente.

  • Dispensa de Licitação no setor público: como acelerar a transformação digital na administração pública (Lei 13.303/2016)

    Dispensa de Licitação no setor público: como acelerar a transformação digital na administração pública (Lei 13.303/2016)

    Utilização do conceito de oportunidades de negócio sob a ótica da Lei 13.303/2016 para catalisar as iniciativas de inovação nos órgãos públicos com processos de compra de tecnologia via processo de dispensa de licitação.

    Por que a transformação digital no setor público enfrenta tantos obstáculos

    Atualmente o gestor que trabalha em entidades governamentais (de qualquer instância ou esfera) enfrenta grandes dificuldades e um ambiente muito desafiador para promover transformação digital e adoção de tecnologias inovadores no contexto da administração pública, estando exposto a um sem-número de riscos que vou me limitar a listar apenas alguns:

    • Tecnologia avança mais rápido que a velocidade dos processos licitatórioss se viabiliza;
    • Dificuldade de contratar soluções feitas sob medida (Normalmente demandam grandes projetos e dificuldades de consolidação).
    • Demandam planejamentos de longo prazo que ficam rapidamente obsoletos pois não refletem a evolução da tecnologia e do mercado (Grandes esforços as vezes são simplesmente jogados fora)
    • Firma um casamento com fornecedores por um longo período e gera dificuldades de transição quando essas soluções não mais os atendam
    • Exposição aos “aventureiros”
    • Entre outros…

    Como a dispensa de licitação cria agilidade, escala e inovação na administração pública

    O que está se falando aqui não é para focar em curto prazo ou apenas em demandas isoladas, é importante sim pensar no longo prazo e com uma visão de ganho de escala, mas ter em mãos para essa jornada uma forma ao gestor público de conseguir ter a agilidade da iniciativa privada, conseguir trabalhar projetos pequenos, com iniciativas menores, se expondo assim ao um risco muito menor, e sim, permitir que com aquisições pequenas e incrementais (várias compras, se sentido fizer, ou trocar rapidamente de fornecedor, se sentido fizer), e conseguir ganhar a tração e se beneficiar de tudo isso não estando mais refém do peso de longos processos de aquisição (Edital, concorrência, recursos, MP, impugnações, etc.).

    E isso existe?

    Sim, via aquisição de produtos e serviços através de estatais que tenham em seu objeto a figura da tecnologia e ela possa assim explorar oportunidades de negócio conforme previsto na lei 13.303/2016 em seu artigo 173 que versa que a estatal passa a ser também um ente explorador de atividades econômicas. E o mais bizarro, provavelmente você gestor público já efetivou alguma compra sob esse mecanismo, e não sabe disso.

    Ao realizar a escolha por esse modelo de aquisição de produtos e serviços, o órgão público delega a estatal de quem está comprando todo o risco operacional, financeiro, jurídico e de relacionamento com o mercado, se afasta do regime burocrático estrito, consegue trabalhar com eficiência empresarial e competividade da iniciativa privada dentro de sua operação pública. “A licitação não pode constituir estorvo a atuação do poder público”, dizem alguns catedráticos da prática pública.

    Gestor público, esse é o modelo de futuro para a transformação digital no setor público, olhe o que você ganha:

    • Agilidade no processo de aquisição
    • Compra direcionada para o alvo da sua demanda (Tailor made).
    • Evita aventureiros
    • Permite fazer compras pequenas e incrementais, minimizando exposição e risco ao comprador
    • Garantia de continuidade dos negócios e perenidade dos investimentos
    • Relação efetiva de melhoria contínua

    Dispensa de licitação como caminho para a transformação digital no poder público

    Por fim, é importante reforçar que além de tudo isso, a sua exposição a riscos com ministério público, tribunais de contas, entre outros órgãos de controle é praticamente zero, pois você adquire um produto através de uma estatal, ou seja, é uma relação direta de poder público com poder público (Direito administrativo), onde a estatal assume todo o ônus do relacionamento com a iniciativa privada (Direito privado) ao formatar as parcerias estratégicas no mercado e identificar as oportunidades de negócio. Para quem adquire, é só benefícios e sem nenhuma relação de escravidão presente.

    Transformação digital real no poder público, sem complicações, é através de parcerias estratégicas e oportunidades de negócio. Você gestor público não precisa mais ser escravo de ninguém. A lei já existe, agora é com você fazer acontecer.

    Referencias teóricos e práticos importantes tanto pela lei quanto pela prática

    Inaplicabilidade de Licitação

    § 3º, II – nos casos em que a escolha do parceiro esteja associada a suas características particulares, vinculada a oportunidades de negócio definidas e específicas, justificada a inviabilidade de procedimento competitivo (Dispensa de licitação);

    Oportunidade de negócio

    § 4º Consideram-se oportunidades de negócio a que se refere o inciso II do § 3º a formação e a extinção de parcerias e outras formas associativas, societárias ou contratuais, a aquisição e a alienação de participação em sociedades e outras formas associativas, societárias ou contratuais e as operações realizadas no âmbito do mercado de capitais, respeitada a regulação pelo respectivo órgão competente;

    A Polêmica da Inviabilidade de Competição

    O Mito

    “Só posso fazer parceria se só existir uma empresa no mundo capaz”.

    A Realidade

    Inviabilidade de procedimento competitivo ≠ Inviabilidade de competição.

    Conceito

    A Affectio Societatis e a sinergia não são mensuráveis por critérios objetivos de edital.

    O dever de transparência e governança

    • Não é um “cheque em branco”
    • Observância aos princípios (Impessoabilidade, Moralidade, Economicidade);
    • Dever de Motivação Robusta
    • Comparação de Cenários (Vantajosidade)

    Cases

    O caso Telebras/Viasat

    O que aconteceu

    Parceria para uso do Satélite SGDC

    O que o TCU disse

    Validou a possibilidade da parceria (Art. 28, §3º) mas exigiu: Equilíbrio de riscos e receitas.

    Crítica

    O parceiro privado não pode ter apenas os bônus e a estatal os ônus

    O paradigma do TCE-PR (Acórdão 408/2025)

    O Precedente

    Resposta à Consulta da Celepar (TI do Governo do Paraná).

    A Tese

    É lícita a contratação direta de bens e serviços via Art. 28, §3º, II, desde que vinculados à atividade-fim e com caráter associativo

    Divisor de Águas

    Diferencia “mera aquisição” (que exige licitação) de “união de esforços” (parceria estratégica).

    Requisito Chave

    A vantagem competitiva deve ser clara e o parceiro deve ter atributos que o tornem único para aquele negócio específico

    Caso da IplanRio e a Transformação Digital com a Neomind

    Necessidade

    Necessidade de gerir o processo e documentos dos alvarás de filmagem no Município do Rio de Janeiro integrados aos serviços ao cidadão

    Orgãos envolvidos

    • SMAC – Secretaria Municipal de Meio Ambiente
    • Fundação Parques e Jardins
    • CET-Rio
    • Subprefeitura competente
    • Empreendedor/Cidadão

    A atuação

    A IplanRio e a Neomind agregaram individualmente para transformar uma oportunidade de negócio em um empreendimento real, unindo esforços de forma efetiva e gerando resultados concretos

    Resultados

    • Mais de 5.700 Alvarás Processados (2024-2025)
    • Mais de 70 mil documentos tratados
    • Mais de 380 mil profissionais diretamente impactados pela solução
    • Mais de 31 bilhões em movimentação direta e indireta gerada pela operação em termos de impacto econômico

    Modelo de Negócio

    Compartilhamento de Riscos e Receitas (Revenue Share)

    Não é “Pagar X por mês”.

    É “Vamos ganhar juntos com o sucesso do projeto”.

    A Estatal entra com o acesso ao cliente público e infraestrutura

    O Parceiro entra com a tecnologia e inovação

    Experimente o Fusion Platform e descubra como as parcerias estratégicas criam agilidade, escala e inovação na administração pública

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